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PROSTITUIÇÃO DE MENOR: Homens de 54 e 58 anos são presos fazendo programa com adolescentes

As meninas tinham 13 e 14 anos; uma delas foi encontrada apenas de calcinha

O LIVRE

15 de Fevereiro de 2019 às 14:17

PROSTITUIÇÃO DE MENOR: Homens de 54 e 58 anos são presos fazendo programa com adolescentes

FOTO: (Divulgação)

Dois homens de 54 e 58 anos foram presos na tarde dessa quinta-feira (14) ao serem encontrados fazendo programas sexuais com duas adolescentes de 13 e 14 anos. O caso aconteceu no Bairro Jardim Potiguar, conhecido ponto de prostituição em Várzea Grande (região metropolitana de Cuiabá).

 

Conforme o boletim de ocorrência, uma equipe da Polícia Militar realizava rondas pelo bairro, por volta das 16 horas, quando viu um veículo Renault Clio vermelho parado, com um homem na direção e uma menina que aparentava ser menor de idade no banco do passageiro.

 

Os policiais foram até o carro e questionaram a idade da passageira, que disse ter 13 anos. Eles perguntaram para o motorista, de 58 anos, se ele era parente da menina e ele disse que não a conhecia, que estava apenas dando uma carona para ela e sua amiga, que se encontrava em uma residência em frente ao local onde estava estacionado.

 

Os policias foram até a casa indicada e encontraram um homem de 54 anos, que afirmou ser dono da residência e que não havia nenhuma garota do local. Os militares pediram autorização e entraram na casa, encontrando em um dos quartos uma adolescente de 14 anos apenas de calcinha.

 

Questionada sobre o motivo de estar apenas de roupa íntima, a menina afirmou que era garota de programa.

 

Os dois homens foram presos e encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.

 

Um advogado acompanhou o homem de 54 anos e ficou com seus pertences. Já os do suspeito de 58 anos ficaram sob responsabilidade de seu filho.

 

A mãe da menina de 14 anos foi chamada e acompanhou a filha na delegacia. Os policiais entraram em contato com a irmã da adolescente de 13 anos, que disse que iria informar à mãe para que esta fosse até a delegacia, o que não aconteceu até o registro da ocorrência.

 

O caso foi registrado como “aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso”.

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