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Cassol assina contrato que garante água tratada e esgoto para Porto Velho

Cassol assina contrato que garante água tratada e esgoto para Porto Velho

DA REDAÇÃO

3 de Novembro de 2007 às 08:57

Cassol assina contrato que garante água tratada e esgoto para Porto Velho

FOTO: (Divulgação)

O governador Ivo Cassol assinou no final da tarde desta quinta-feira, na Secretaria de Planejamento (Seplan), o contrato de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal, que vai garantir o acesso da população de Porto Velho à água tratada e a coleta e tratamento de esgoto. Orçado em aproximadamente R$ 400 milhões, o projeto conta com contrapartida do Governo do Estado de mais de R$ 123 milhões. “A nossa Capital tem percentual baixo de saneamento básico e isso vai mudar com 100% da cidade atendida com serviços de água e esgoto. As obras já foram planejadas e serão executadas levando-se em consideração a construção das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no rio Madeira”, explicou o governador. O secretário de Planejamento, João Carlos Ribeiro, gestor do PAC em Rondônia, a presidente da Companhia de Água e Esgotos de Rondônia (Caerd), Rosinete Gomes Sena, o superintendente regional da Caixa Econômica, Rossini Pereira da Silva, entre outras autoridades, assinaram os contratos. Além das obras do PAC para a capital, também foi assinado o convênio no valor de R$ 1,950 milhão para obras de asfaltamento e recuperação asfáltica nas ruas e avenidas de Cacoal, atendendo a emenda do ex-deputado federal Nilton Capixaba. Para levar água tratada a todas as regiões de Porto Velho, serão investidos R$ 63.305 do PAC e mais R$ 10.995 milhões do Governo do Estado. O projeto de esgotamento está orçado em R$ 4.250 do PAC e mais R$ 750 do Estado. Para a execução do projeto de coleta e tratamento de esgoto, serão aproximadamente R$ 30 milhões de contrapartida do Estado, mais financiamento, pago pelo governo, em valor superior a R$ 111 milhões. Esse montante será somado a aproximadamente R$ 200 milhões do PAC. “Acreditamos que o número de pessoas que procura atendimento médico-hospitalar vai diminuir, pois muitas doenças e infecções são hoje contraídas em razão da falta de água tratada. Nossa previsão é de que em 18 meses as obras estejam concluídas”, observou o governador, acrescentando que os trabalhos serão divididos em 20 frentes, para dar mais agilidade nos serviços.

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