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ABANDONO - Terreno baldio, falta de segurança e asfalto destruído da principal via de bairro incomoda comunidade da zona Leste – Fotos

Com o terreno baldio servindo de deposito de lixo, inclusive para substâncias entorpecentes e produtos de roubo, também está sendo usado como “motel” por adolescentes que estão de férias escolares.

DA REDAÇÃO

13 de Janeiro de 2010 às 14:12

ABANDONO - Terreno baldio, falta de segurança e asfalto destruído da principal via de bairro incomoda comunidade da zona Leste – Fotos

FOTO: (Divulgação)

Moradores do bairro Mariana, zona Leste de Porto Velho, estão amedrontados com um terreno baldio e o seu mato alto, pois são mais de 100 metros de área desprezada. O problema identificado pela comunidade da rua Petrolina, sendo esta a principal via pública que dá acesso aos bairros vizinhos como, Airton Sena, Marcos Freire e Ulisses Guimarães.
 
Veículos de pequeno, médio e grande porte, como: ônibus, automóveis, motocicletas e bicicletas lutam por um espaço na rua Petrolina que é estreita, não possui sinalização, iluminação e muito menos asfalto. “Acidentes podem resultar em tragédia aqui meu filho. Ano passado um ônibus passou direto em uma rua e matou um rapaz que estava de motocicleta no bairro Ulisses Guimarães. Queremos e exigimos melhorias já!”, desabafou João Mendes Alguero, antigo morador da área.  
 
De acordo com alguns moradores, o asfalto foi “detonado” pela empresa responsável em realizar a instalação do sistema hidráulico em Porto Velho, Andrade Gutierrez. “Eles vieram aqui e acabaram com o único asfalto que ainda restava e ninguém penaliza estes irresponsáveis. Poderiam pelo menos consertar”, disse o morador Clewton Bessa Muniz.
 
TERRENO BALDIO
 
Com o terreno baldio servindo de deposito de lixo, inclusive para substâncias entorpecentes e produtos de roubo, também está sendo usado como “motel” por adolescentes que estão de férias escolares. Segundo um morador que não quer se identificar, muitos jovens entram no terreno baldio para praticar sexo e fazer uso de drogas durante a luz do dia.
 
No período noturno um outro tipo de bando age dentro do terreno baldio do bairro, para eles são os pequenos grupos, donos de “boca de fumo” e pequenos assaltantes.
 

“Não conseguimos dormir e nem sair de casa a partir das 19h00, pois o perigo é constante por aqui. Muitos comércios têm grades e não deixam nem os consumidores entrarem no estabelecimento com medo de serem assaltados. Não temos nada de básico aqui. Por favor autoridades da segurança pública, secretários municipais de serviços básicos e de obra ajudem-nos”, finalizou o comerciante e morador Carlos Clemente.

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