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Falta de reparo em fossa de escola infantil do bairro Eletronorte deixa pais de alunos revoltados – Fotos

O perigo maior é que o único parquinho dos alunos do maternal - que aparenta também está há anos sem manutenção - fica próximo da fossa.

DA REDAÇÃO

22 de Fevereiro de 2010 às 09:40

Falta de reparo em fossa de escola infantil do bairro Eletronorte deixa pais de alunos revoltados – Fotos

FOTO: (Divulgação)

Pais de alunos da escola Infantil Doutor Tancredo Neves, localizada no bairro Eletronorte, zona Sul de Porto Velho, estão inconformados com desleixo da gestão municipal, pois há mais de um ano a escola vem oferecendo perigo para os mais de 120 alunos de quatro e cinco anos de idade, pois a fossa da instituição está a céu aberto e quando chove transborda fezes por todo o perímetro onde está localizada. O perigo maior é que o único parquinho dos alunos do maternal - que aparenta também está há anos sem manutenção - fica próximo da fossa.
 
Segundo os pais, as aulas que deveriam iniciar no dia 22 de fevereiro, só irá começar na próxima quarta-feira (24), isto é, se o problema for solucionado pela SEMED (Secretaria Municipal de Educação), pois a diretora da escola, identificada apenas por Leila pela reportagem do Rondoniaovivo.com, confirmou na manhã desta sexta-feira (19) sobre o problema da fossa que está parcialmente destruída, mas devido as reclamações dos pais e da comunidade a SEMED deverá tomar todas as medidas necessárias.
 
“Fizemos um acordo com a comunidade e pais de alunos da escola que o problema será solucionado, porém somente na próxima quarta-feira (24) daremos início as aulas, pois operários contratados pela gestão municipal irão começar a trabalhar nesta segunda-feira (22) para entregar à direção a obra sem problemas nessa terça-feira (23), este foi o acordo entre as partes”, informou a diretora Leila.
 
Para muitos pais de alunos, esta ação da Prefeitura de Porto Velho não passa de um fiasco, pois o problema está há mais de um ano e para eles a gestão municipal não vai conseguir cumprir a meta em três dias.
 

“Agora fazer o que? É só esperar mais um ano? Ou quando uma criança morrer dentro da fossa”, desabafou Dolores Sampaio Maia, a mãe de um aluno.

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