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"CHEGA!" - Moradores bloqueiam Estrada do Japonês em protesto contra Prefeitura

Paus, pedaços de madeira, pneus e entulhos bloquearam a passagem na via de acesso e alguns manifestantes aguardavam um posicionamento da administração municipal em relação as reivindicações dos moradores, que em contato com a reportagem disseram estar can

DA REDAÇÃO

8 de Abril de 2014 às 11:22

"CHEGA!" - Moradores bloqueiam Estrada do Japonês em protesto contra Prefeitura

FOTO: (Divulgação)

No início da manhã desta terça-feira (08) um grupo de moradores bloqueou a Estrada dos Japoneses com a Rua Joaquim da Rocha, zona Sul de Porto Velho, em protesto contra a falta de ação da Prefeitura e a atitude truculenta, segundo eles, de uma funcionária da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMA) na última sexta-feira (05), identificada como Silene Lima da Silva, que se identificou como fiscal de meio ambiente.

Paus, pedaços de madeira, colchão velho, uma antena parabólica, pneus e entulhos bloquearam a passagem na via de acesso e alguns manifestantes aguardavam um posicionamento da administração municipal em relação as reivindicações dos moradores, que em contato com a reportagem disseram estar cansados de esperar o cumprimento de promessas do prefeito Mauro Nazif.

Entre uma série de serviços básicos urgentes no setor, os moradores se queixam da necessidade de encascalhamento em diversas ruas, a limpeza também e saneamento. Já outro ponto é a regularização junto a Eletrobras.

Sobre o caso da servidora da Sema, um dos líderes do movimento Raimundinho Bikesom, relatou o fato da suposta fiscal ter chegado no Bairro Castanheiras, zona Sul, na última sexta-feira (05), e que falou aos moradores dizendo ter “poder de polícia” para derrubar as casas da localidade. Na ocasião ela estava acompanhada de viaturas da PM e da COE. “Ela chegou no local sem nenhuma ordem judicial expedida, apresentou apenas um Auto de Infração (nº 018053) em desfavor de um morador, acusando que a casa dele estava em Área de Preservação Permanente (APP), sendo assim fadada a ser derrubada”, relatou Raimundinho.

No mesmo momento uma máquina da Secretaria Muncipal de Serviços Básicos (Semusb) executou o serviço de derrubar a casa.

O líder comunitário disse ainda que o procedimento estava equivocado pois o Auto estava assinado por uma fiscal, identificada como Joelma Ferreira Bezerra (Matrícula 83957), e Silene, assinou o documento como “testemunha”, mas não a fiscal responsável. Raimundinho alega que o documento que ela utilizou para derrubar a casa permite um prazo de 20 dias ao morador para que ele apresente a sua defesa, o que, segundo ele, não foi respeitada pela Sema. O fato acabou gerando desgastes na comunidade que achou arbitrária a atitude da funcionária da Prefeitura.

Os moradores esperam que algum técnico ou funcionário da Prefeitura esclareça aos moradores sobre as soluções que eles pedem para melhorias na região. “Cansamos de falsas promessas, queremos ação, atitude para beneficiar a população. Pois para pedir votos aqui são sorrisos, tapinha nas costas e muitas promessas, muitas mesmos, mas na prática a gente só vê o arrocho. Chega!”, bradou um morador que logo depois carregou um pedaço de madeira para reforçar o bloqueio na via.

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