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MPF obtém condenação de assaltantes dos Correios que levaram mais de 50 mil de agência

MPF obtém condenação de assaltantes dos Correios que levaram mais de 50 mil de agência

DA REDAÇÃO

8 de Junho de 2010 às 13:10

MPF obtém condenação de assaltantes dos Correios que levaram mais de 50 mil de agência

FOTO: (Divulgação)

 Homens armados renderam funcionários e levaram mais de R$ 54 mil dos Correios em Costa Marques

 

A unidade do Ministério Público Federal (MPF) em Ji-Paraná pediu e a Justiça Federal condenou dois assaltantes da agência dos Correios em Costa Marques. Portando um revólver calibre 38 e uma faca, eles renderam os funcionários e roubaram mais de R$ 54 mil dos caixas e do cofre, além de objetos. Wener Alves Cunha, também chamado de Queixinho, foi condenado à prisão por oito anos e oito meses, em regime inicialmente fechado, e terá que pagar 30 dias-multa (calculado conforme o salário mínimo). Antônio Pereira da Silva, conhecido como Neném, foi condenado à prisão por seis anos e quatro meses, em regime inicialmente fechado, e ao pagamento de 13 dias-multa.

           
Segundo a denúncia oferecida pelo MPF, em 30 de junho de 2009, os dois entraram na agência dos Correios em Costa Marques. Pelo depoimentos dos funcionários dos Correios, soube-se que os assaltantes usavam capacetes, agrediram e ameaçaram os que estavam no local. Wener Alves Cunha rendeu o gerente e o conduziu ao cofre. Seu comparsa, Antônio Pereira da Silva danificou, com uma faca, as câmeras de segurança e fechou as persianas e a porta da agência.
           
Após o crime, os dois fugiram em uma motocicleta. No dia seguinte, para escapar das buscas policiais na cidade, os assaltantes tentaram fugiram e transpuseram a barreira policial do distrito São Domingos e, sendo perseguidos, esconderam-se na mata. O local foi cercado por policiais que fizeram incessantes buscas e conseguiram prender em flagrante os dois no dia seguinte.
           
Na condenação, a Justiça Federal negou aos dois a prerrogativa de recorrer em liberdade, considerando a possibilidade de fuga para não cumprir as penas e o risco de praticarem novos crimes, “colocando em risco a paz social e a ordem pública da região”.
           

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