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CAPITAL - Trabalhadores da educação do Município entram em greve na Capital por tempo indeterminado

Quinta-Feira , 16 de Fevereiro de 2012 - 16:37

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Reunidos em assembleia na manhã desta quinta-feira, dia 16/02, em frente à Prefeitura da Capital, os trabalhadores em educação do Município de Porto Velho decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, porém no dia 28 deverá acontecer uma reunião entre a direção do Sintero e o prefeito Roberto Sobrinho.

A decisão da categoria se deu após uma reunião da comissão de negociação com os secretários municipais de administração, planejamento, educação e chefia de gabinete da Prefeitura.

Na oportunidade os representantes da Prefeitura reiteraram o ofício encaminhado pela Semed ao Sintero informando que somente no dia 28 de fevereiro a municipalidade terá fechado a receita referente aos meses de janeiro e fevereiro, que servirá de base para a negociação de reajuste salarial.

Os trabalhadores em educação, insatisfeitos com os baixos salários e com a falta de valorização, fizeram uma avaliação da situação e deliberaram por greve até a data da negociação. Se o resultado do encontro do dia 28 não for satisfatório, os trabalhadores em educação poderão entrar em greve por tempo indeterminado.

De acordo com levantamento feito pelo Sintero, a paralisação de um dia, convocada para esta quinta-feira (16/02), teve a adesão de mais de 80% dos trabalhadores em educação.

Somente algumas escolas municipais funcionaram, mas com menos de 20% dos trabalhadores.

Os servidores decidiram que nesta sexta-feira vão para as escolas, mas para informar aos pais e aos estudantes que na próxima semana não haverá aulas. Como o feriado do carnaval vai até quarta-feira de cinzas, ficou deliberado que na quinta-feira a categoria voltará a fazer manifestações em frente à Prefeitura de Porto Velho, com as atividades paralisadas nas escolas.

O presidente do Sintero, Manoel Rodrigues da Silva, disse que os trabalhadores em educação estão insatisfeitos com a forma com que vem sendo tratados pela administração municipal, principalmente em relação à demora em responder à pauta de reivindicações e em marcar a audiência de negociação.

Ele disse que o sindicato apóia qualquer que seja a deliberação da categoria, e manterá a luta por salário justo e pelo atendimento das demais reivindicações.

Fonte: Assessoria

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Comentários

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  • VANESSA COSTA SILVA - 17/02/2012

    SALVE PAI. AS AULAS NEM BEM COMEÇOU JÁ VAO ENTRAR EM GREVE? TÁ TODO MUNDO LOUCO! VEM AÍ 500 MILHOES.

  • Serra - 17/02/2012

    Pagar uma miséria pra quem escolhe a nobre missão de educar os futuros cidadãos desse pais tornou-se uma cultura. Pra que uma educação de primeira si o melhor é ter a maioria da população nas trevas da ignorância. Melhor é pagar um ótimo salário para os FAMIGERADOS COMISSIONADOS, pois estes sim estão sempre prontos para defender a todo custo os desmandos dos seus padrinhos. Essas crianças de hoje vão crescer achando que professor e dejetos é a mesma coisa.

  • Pedro Francisco - 17/02/2012

    Professor, qual pai outrora não queria sua filha como professora e, seu filho como bancário? Velhos e bons tempos aquele, em que o professor (a) dava um "esporro" desgraçado no aluno e le baixava a cabeça e fazia seu dever sem dar mais um pio. Professor (a), palavra que edifica uma nação, uma sociedade, forma cidadãos côncios de seus direitos e deveres, bancário, o homem que mexe com as finanças de todo mundo, pessoa confiável, ahhhhhh, como era bom este tempo. Os lançamentos eram feitos manualmente, para ter-se o saldo, tínhamos de ir ao banco, conversar diretamente com o gerente, não, não era exclusivo, era um gerente sempre com o sorriso exposto em seus lábios, solícito, sempre disposto a encarregar-se da nossa "conta". Este tempo não volta mais. Pois bem, já que ele não volta, não temos mais aquelas oisas maravilhosas de tempos não muito distantes, hoje vemos estas matérias estampadas em nossas "fuças" logo ao ligarmos nosso contato com o universo, o que a transformação do ser humano se propôs a aceitar, o computador e a globalização que trouxe tudo de bom, mas esqueceu-se de trazer para os responsáveis pela administração pública, aliás, muito deles formados como professores, passaram pelas mãos de um (a). Hoje estamos com salários demasiadamente defasados, claro que também não é para desespero (só os municipais) de Porto Velho, que percebem aquém do quedeviam receber, abaixo da linha da miséria. Como pode um professor (a) sair de seu lar, deixar seus filhos boca-abertas querendo comer a primeira refeição, o almoço, as merenads e o jantar, sabendo que ao final do mês, não terá condições de suprí-los das mínimas necessidaes. Sou contra a greve, pois quem vai pagar o "pato" serão nossos talvez professores do futuro, as crianças de hoje. Não sou contra a reividicação, mas ela deve ser feita de maneira a não prejudicar os estudantes, que posteriormente não terão estas aulas repostas e, os salários serão pagos em sua íntegra, que alíás, são pagos com o dinheiro público, inclusive os dos próprios. Portanto senhor "incompetente" prefeito e seus "asseclas", não permitam que esta greve seja deflagrada, saia da "toca" e se manifeste, não acabe ainda mais com a já combalida e sofrida educação das crianças de Porto Velho, que tanto Vossa "Insolência" diz ser de todos e de todas. Senhores educadores, tenham mais um pouco de paciência, pensem antes nas crianças, são o futuro da educação, da cultura e do país. Quando fizeram os concursos e os contratos emergenciais para lecionarem e trabalharem no serviço público, sabiam destas dificuldades, agora, bem agora, paciência, a coisa já está feita, resta-nos trabalhar, lutar, levar adiante, preparar o futuro, pois o passado só serve mesmo para ser lembrado e, para mais nada. http://pedroportovelho.blogspot.com/feeds/posts/default

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