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Ordem dos Músicos em RO - Uma polêmica sem fim - Por Silvio M. Santos

Quinta-Feira, 25 de Novembro de 2010 / 08:32

O Conselheiro da OMB Antônio Casamenteiro explica o que vem acontecendo na OMB/RO
 
Na coluna Lenha na Fogueira da última terça feira dia 23, nos reportamos sobre os problemas que vêm acontecendo na Ordem dos Músicos do Brasil Seccional de Rondônia.

 

Na oportunidade escrevemos que com a morte do senhor Alberto Ribeiro os músicos de Rondônia ficaram órfãos, além disso, lembrei alguns fatos, que vem acontecendo na entidade quanto a nomeação de uma junta governativa que deveria marcar eleições e até hoje o que se viu, foram desmandos, inclusive com desvios dos recursos arrecadados junto aos músicos.

O membro do Conselho da OMB Antônio Soares Oliveira, citado na matéria, se achou no direito de nos enviar documento, explicando o que realmente está acontecendo na Seccional de Rondônia. Apesar do Antônio Oliveira que é conhecido no meio musical como Casamenteiro não solicitar, achamos por bem, com a aquiescência da nossa Editora Chefe Marcela Ximenes publicar na íntegra o que o seu Antônio Casamenteiro nos enviou. Que nossa decisão seja vista como Direito de Resposta.
 
Lenha na Fogueira
 
DIREITO DE RESPOSTA
 
Antonio Soares de Oliveira
 
Caro Zékatraca.
 
Não posso deixar de comentar sua coluna, em razão de ser um leitor assíduo e, por este motivo, reservo-me o direito de alertar-lhe sobre alguns tópicos nela contidos, a saber: Os músicos de Rondônia não estão órfãos. Eles se fizeram órfãos, senão vejamos: O Sr. Alberto Ribeiro, nos seus quarenta anos de OMB/RO, jamais levantou um dedo sequer em benefício da categoria. Caso discorde, diga-me o que ele fez.
 
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Reinou absoluto durante este tempo, contando com a participação e a subserviência de parte de grande número de músicos de expressão de Porto Velho, em eleições fraudulentas e nada transparentes;
 
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Quando ele ficou impedido de continuar à frente da Ordem, deixou aos cuidados de uma das pessoas mais sérias de Porto Velho, que é o Advogado Clóvis Avanço. Este Homem ficou como interino da Ordem durante quase 04 anos e pagava o aluguel das salas e as despesas de telefone e, eventualmente, secretária, com seu próprio dinheiro.
 
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Elaborou relatórios trimestrais, declarações de renda e todos os                                trâmites legais ao seu bom funcionamento. Neste período de quase
inatividade da Ordem, qual o músico que tomou a iniciativa de montar uma diretoria e desenvolver um trabalho em benefício da categoria? Nenhum;
 
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Quando você fala "Teve neguinho que usou e abusou...", tenha a coragem de dizer, Orismar Guimarães. Você sabe, pois você foi a única pessoa que publicou minhas denúncias;
 
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"Veio um representante de Brasília e nomeou uma comissão..."
 
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Quem nomeou uma Junta Governativa Provisória foi uma  Assembléia de Músicos que participaram de uma Assembléia Extraordinária, convocada por mim, auxiliado pelo músico Chiquinho do Cavaco. Nesta Assembléia, o Conselheiro do Conselho Federal, também enviado pelo Presidente, João Batista Vianna, a meu pedido, perguntou aos presentes se os mesmos queriam que a Ordem funcionasse em Rondônia, caso contrário, ela seria fechada naquele momento. Todos quiseram que a mesma continuasse funcionando e, através de votação, foi eleita uma Junta Governativa Provisória, composta do Chiquinho do Cavaco, Baaribú
Nonato e Ricardo Viol, presidente, tesoureiro e secretário, respectivamente; Naquela ocasião, senti-me muito realizado, entregando a Ordem local totalmente livre para uma nova realidade;
 
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"...Se envolveu em falcatruas também e destituiu a comissão";
 
 
Este cidadão, conselheiro federal, jamais se envolveu em falcatruas de qualquer espécie. Aliás, este cidadão é uma das pessoas que mais combatem falcatruas, viajando constantemente viajando em todo o Brasil, realizando auditorias.
 
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Quem promoveu falcatruas foram o Baaribú Nonato, Ricardo, Demétrius, Professor Ronildo, Júlio Yriarte e outros, que tentaram empossar uma diretoria formada por pessoas não habilitadas e, alertado por mim, o Conselho Federal não empossou a diretoria sugerida. Posteriormente esta seccional deixou de funcionar, principalmente em razão de eu ter ameaçado o Conselho Federal de impetrar um Mandado caso houvesse atividades ilícitas. Estas pessoas citadas, para poderem agir mais livremente, trocaram a fechadura da sala onde funcionava a Ordem, impedindo a entrada do Chiquinho. Como se não bastasse, o crápula do Ricardo registrou um B.O. contra o Chiquinho, alegando que o mesmo havia se apossado de documentos da Ordem, como se o Chiquinho, como presidente, não pudesse ter acesso e até manipular bens da Ordem. Com esta ação, eles exorbitaram, acusando um homem, Chiquinho, que é reconhecidamente um homem de bem, oriundo de uma família de bem;
 
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"É uma verdadeira baixaria o que estão fazendo com a ordem"
 
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Realmente é uma verdadeira baixaria o que os próprios músicos (alguns) estão fazendo com a Ordem. Quando, a pedido do Conselho Federal, sugeri os nomes para compor uma diretoria provisória.
 
 
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Alguns mal intencionados, entre eles o Baaribú (novamente ele), Ricardo, Demétrius e outros, foram até a casa do Douglas e fizeram ameaças à ele e sua esposa. Apavorado, o mesmo ligou para mim e falou de seu temor em fazer parte da Junta. Acalmei-o e incontinenti, substitui o Douglas e sua esposa pelo Alkbal e pelo Dr. Clóvis Avanço. A partir daí eu iria responder judicialmente pelas merdas que muita gente iria falar;
 
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"O Antonio Casamenteiro que de música não sabe nem mesmo a..."
 
 
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Você não me conhece e parece, tampouco faz questão de conhecer meu trabalho em Porto Velho, onde, além de atividades profissionais, criei e mantenho uma instituição desde fevereiro de 2002, onde realizo trabalhos comunitários em todo o estado, sendo esta minha instituição "Filantrópica", que não recebe um centavo de ninguém, a única que está representando o estado de Rondônia no concurso da CUFA - Central Única das Favelas, não havendo nenhuma mancha em relação ao meu nome. Por tudo isso, pode-se imaginar que jamais iria participar de qualquer maracutaia para nomear ou defenestrar alguém.
 
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Não consigo meus intentos "mancomunando-me" com ninguém.
 
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Aliás, peça para alguém citar algum benefício que eu tenha usufruído por defender uma categoria, à qual, sou profundo admirador de suas canções, entretanto não posso dizer o mesmo em relação à suas ações. 
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O que eu tenho feito é conseguir benefícios para a categoria, coisa que nenhum músico desta cidade, do alto de suas empáfias nem tentam buscar. Por outro lado, não é necessário ser músico para entender de música. Já freqüentei muitos teatros e palcos por este Brasil afora e posso garantir-lhe que sei sim, diferenciar entre uma boa música e algumas drogas que alguns estão tentando impor como se fossem de primeira qualidade, por outro lado, o chamado "Cidadão de Brasília" é o Sr. João Batista Vianna, presidente do Conselho Federal;
 
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"Só para registrar, o presidente do sindicato dos músicos é o Baaribú Nonato"
 
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Outro erro seu. O Sindicato dos Músicos de Rondônia não possui presidente. O sindicato, que estava também nas mãos do Orismar Guimarães, deveria ter, na sua presidência o Alkbal, que era o vice presidente do Orismar, entretanto, desde a época do Orismar,  ninguém prestou qualquer tipo de conta, não realizaram eleições, não fizeram declaração de renda, não fizeram nenhuma assembléia, como é de lei, portanto, a diretoria pode ser considerada na vacância e qualquer músico poderá convocar uma Assembléia e empossar nova diretoria. Isto não é difícil, pois este cidadão que se auto proclama presidente é uma das pessoas mais incompetentes que eu conheci, entretanto gosta de "ser" presidente. Caso Duvide vá atá o cartório de registro de títulos e documentos e  confirme. Se quiser, posso emprestar minha cópia que tirei do cartório recentemente; Não posso e não terei nenhum lucro com a Ordem dos Músicos. Desejo Somente que as pendências sejam cumpridas, através do pagamento das contas e entrega das carteiras para os músicos do interior que as pagaram para o Orismar e não as receberam, além do que a Ordem local me deve. Depois disso, não quero nem saber de Ordem.
 
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Um conselho:
 
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Quando escrevo colunas ou artigos para serem publicados,- já tendo mantido colunas em todos os jornais locais - sempre tive cuidado com o seguinte: Escrever sobre o que eu tenho conhecimento e também, antes de publicar qualquer matéria, principalmente quando envolve pessoas, as quais devemos respeitar, procurar ouvir ambas as partes. Sou chefe de fiscalização da Ordem dos Músicos de Rondônia, queiram ou não. Ainda não recebi nenhuma notificação me destituindo do cargo. Enquanto estiver atuando, jamais permitirei que a categoria seja prejudicada em benefício de grupos ou pessoas. 
 
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Significado das palavras: dicionário Aurélio
 
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Mancomunado: ligar-se a alguém para a realização de alguma coisa (geralmente má).
 
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Cambada: enfiada, porção de coisas penduradas no mesmo gancho, cordel, cambada de caranguejos, grupo de pessoas, corja, súcia.
 
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Procure não magoar, principalmente as pessoas que admiram seu trabalho.
 
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N.ZK – Obrigado pela parte que me toca!
 
 
 

Fonte: Sílvio Santos/Diário da Amazônia

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