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OPERAÇÃO ARCABUZ: Fábrica de armas é fechada e quadrilha chefiada por presidiário desarticulada

Confira a entrevista com o delegado Marcelo Resem

RONDONIAOVIVO

3 de Setembro de 2019 às 10:14

Em entrevista realizada na manhã desta terça-feira (03) o delegado Marcelo Resem, da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Patrimônio passou detalhes da Operação Arcabuz, deflagrada em Porto Velho (RO) para prender uma quadrilha acusada de diversos roubos usando armas de fabricação. 

 

A ação foi realizada com apoio de mais de 60 policiais civis de várias delegacias da capital. Segundo as investigações, que duraram aproximadamente dois meses, os policiais constataram que o bando era chefiado pelo presidiário Maicon Jordan, que cumpria pena no presídio Urso Branco e recentemente foi transferido para o presídio 603.

 

Uma fábrica clandestina de armas caseiras foi fechada na Avenida Alexandre Guimarães, bairro Jardim Santana, zona Leste de Porto Velho. Pai e filho que vendiam as armas para a quadrilha também foram presos.

 

A Operação Arcabuz foi deflagrada com o objetivo de desarticular uma Organização Criminosa especializada em praticar diversos crimes na Capital, dentre eles roubos, tráfico de entorpecentes e  furtos e de fechar uma fábrica clandestina de armas de fogo.   
             

Os policiais civis da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio após intensas investigações conseguiram identificar os membros da Organização Criminosa, sendo eles: Maicon J. L. S., Andeilson B. S., Júlio C.P.S., Gabriel S. S., Gealison B.A., Thays S. F. e Daniel B.S. 
             

Além disso, os policiais conseguiram identificar ao longo das investigações dois investigados Antônio F. S. e Henrique F.S., os quais não faziam parte da Organização Criminosa, mas que mantinham uma fábrica de armas artesanais na zona leste da Capital, onde confeccionavam armas de diversos tipos: garrunchas, revólveres, espingardas, entre outras e vendiam para os membros da citada Organização Criminosa, bem como para outras facções criminosas.  
            

Durante as diligências da manhã de hoje (03) os policiais ainda cumpriram um mandado de prisão preventiva expedido em desfavor de Hecton C.S., o qual teria participado de um roubo à residência praticado pelos membros da Organização Criminosa. 
           

O Delegado Marcelo Resem - responsável pela investigação -  esclareceu ainda que há quatro mandados de prisão preventiva que não foram cumpridos na manhã de hoje, uma vez que os suspeitos não foram localizados, sendo os investigados  Andeilson B. S e Gabriel S. S. 
             

Por fim, o Delegado Marcelo Resem ainda ressaltou que caso haja vítimas que reconheçam os suspeitos em outras infrações penais, estas devem procurar imediatamente a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DERF).
             

O nome da operação (Arcabuz) se refere a uma antiga espécie de arma de fogo fabricada de forma artesanal nos séculos XV ao XVII, em alusão às armas artesanais que eram utilizadas pela Organização Criminosa nos crimes praticados e fabricada  pelos investigados Antônio F. S. e Henrique F.S na zona leste da Capital. 
           

OPERAÇÃO ARCABUZ: Fábrica de armas é fechada e quadrilha chefiada por presidiário desarticulada
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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