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É hora de criar e ousar

POR VALDEMIR CALDAS

14 de Fevereiro de 2019 às 08:29

 

Os dias imediatamente posteriores à eleição do Coronel Marcos Rocha para governar o Estado de Rondônia deixaram na maioria da população a sensação de que, por mais que sejam as dificuldades, nenhum dos problemas é insuperável.

 

Nas últimas décadas, fomos bombardeados com discursos recheados de pessimismo. Tivemos nossa autoestima rebaixada, ao ponto do quase desespero. Foi contra esse sentimento que se ergueu e sobre ele se construiu a candidatura do hoje governador.

 

Mais uma vez, a percepção da maioria da população foi maior que o medo de ousar, conquanto não sejam poucos os que apostam no fracasso do novo governo. Não somente apostam como também trabalham para que ele não encontre o caminho das pedras e acabe por naufragar, o que seria péssimo para todos.

 

Um ponto que parece distinguir Marcos Rocha de seus antecessores é seu desejo de que a ação governamental seja orientada pelos interesses da população, não pelos acordos e apetites de lideranças partidárias e políticos profissionais. Afinal, esse foi um dos compromissos de campanha. Não se trata de diferença menor, haja vista a crença generalizada de que a permanência no poder é quase sempre vinculada à distribuição de prebendas, ao aliciamento nem sempre ético e outras práticas condenáveis.

 

Ninguém duvida de que o exemplo continua sendo o mais forte instrumento pedagógico que se conhece. Não custa nada dar um voto de confiança à administração que se inicia. Que o novo governador se mantenha firme em seus propósitos de bem servir à população. Seus primeiros gestos e decisões mostram-no avesso à conduta adotada por ex-inquilinos palacianos. Preocupa-me, particularmente, as presenças de algumas figuras na sua equipe de colaboradores.

 

Já se disse que criatividade e ousadia andam juntas. São, portanto, o remédio mais eficaz contra a mesmice e a submissão. O governador Marcos Rocha caminha para o seu segundo mês de mandato. Nesse período, tem sido frequente a presença da polícia nas ruas, realizando o trabalho preventivo, mas é preciso andar mais rápido, pois há outros setores carentes da presença do poder público.

 

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Valdemir Caldas

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