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13º SALÁRIO: Nazif apresenta projetos em defesa dos direitos dos Soldados da Borracha

Em 1945, muitos nordestinos e nortistas desembarcaram na Amazônia, por ocasião da 2ª Guerra Mundial, para produzirem a borracha tirada do látex da seringueira, o chamado “ouro branco”

ASSESSORIA

24 de Abril de 2019 às 14:29

13º SALÁRIO: Nazif apresenta projetos em defesa dos direitos dos Soldados da Borracha

FOTO: (Assessoria)

O deputado Mauro Nazif (PSB) de RO apresentou dois projetos para que os Soldados da Borracha recebam o 13° salário (PL 1589/19) e para que tenham atendimento médico nos Hospitais das Forças Armadas (PL1588/19).

 

A luta dos soldados da borracha é antiga. Em 1945, muitos nordestinos e nortistas desembarcaram na Amazônia, por ocasião da 2ª Guerra Mundial, para produzirem a borracha tirada do látex da seringueira, o chamado “ouro branco”, que abastecia a Europa para fabricação de todos os artefatos de borracha necessários à demanda da época, a exemplo dos pneus para as viaturas.

 

O (PL 1589/19) dá o direito aos soldados da borracha de receber o 13º salário, a exemplo dos demais trabalhadores e aposentados.  “É um absurdo que esses valorosos “soldados” permaneçam esquecidos pela União, sobrevivendo à margem da sociedade”, afirma Mauro.

 

 

 

 

Outro ponto igualmente importante, é que apesar de terem trabalhado para o País, como auxiliares indiretos no grande conflito mundial, os soldados da borracha, não tem direito de serem atendidos pelas unidades de saúde das Forças Armadas.

 

Ambos os projetos de Lei, 13° salário (PL 1589/19) e atendimento médico nos Hospitais das Forças Armadas (PL1588/19) visam equiparar direitos que já deveriam ter sido concedidos aos Soldados da Borracha, visto que o mais novo deles tem hoje, 85 anos.

 

Pedindo justiça em nome de todos os soldados da borracha no Brasil, o vice- presidente George Telles luta em favor das principais reivindicações da classe. O Sindicato dos Soldados da Borracha vem lutando em defesa da categoria em todo território nacional, inclusive nos estados do Acre, Pará, Amazonas e Rondônia, onde se concentram a maioria do que ainda resta do antigo exército da borracha, que um dia chegou a somar 55 mil recrutados.

 

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