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AÇÕES: Léo Moraes participa da aprovação da Reforma da Previdência

Em seu voto, o deputado Léo Moraes ressaltou que o texto ainda está longe das necessidades da sociedade brasileira

ASSESSORIA

24 de Abril de 2019 às 11:50

AÇÕES: Léo Moraes participa da aprovação da Reforma da Previdência

FOTO: (Divulgação)

 

O deputado federal Léo Moraes participou, na noite da última terça-feira (23), da sessão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados que aprovou a admissibilidade do texto da Reforma da Previdência. O documento foi aprovado por 48 votos a favor, e 18 contra. O próximo passo da reforma dentro do parlamento é a apreciação do mérito, que será analisado por uma Comissão Especial.

 

Em seu voto, o deputado Léo Moraes ressaltou que o texto ainda está longe das necessidades da sociedade brasileira. "Temos aqui diversos pontos que não correspondem àquilo que é justo com a população brasileira. Votaremos favoravelmente à admissibilidade do texto, para que essas incongruências sejam analisadas na Comissão Especial, onde é o lugar apropriado".

 

O parlamentar afirmou que tem a expectativa de integrar a comissão para propor as mudanças necessárias. "Rondônia é um estado que tem um alto número de servidores públicos e pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Do jeito que está, prejudica a população. Vamos lutar para que esses e outros pontos sejam modificados".

 

"O pedágio dos servidores é muito rígido, e temos ainda a questão da idade mínima para os trabalhadores rurais, além da questão das professoras, que tiveram a idade equiparada aos homens. O estado de Rondônia é diretamente impactado por esses pontos, e eles sangram a população, enquanto outros setores permanecerão beneficiados", explicou o deputado.

 

Léo Moraes afirmou que a Reforma da Previdência não é o único instrumento para a retomada do desenvolvimento econômico do país. "Vamos também lutar por uma reforma política, por uma reforma tributária, uma reforma bancária. O Brasil possui grandes devedores, muitos deles parlamentares, e que se pagarem o que devem, já dão um bom alívio nas receitas. Não podemos exigir que a população seja sacrificada, enquanto alguns mantém seus privilégios".

 

No texto da Reforma, os políticos receberão o teto do INSS, cotado em R$ 5,8 mil. O deputado relata que não esperou a aprovação do texto para entrar no regime. "Já protocolei na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados um ofício abrindo mão do regime especial de aposentadoria dos parlamentares e solicitei a minha entrada no Regime Geral da Previdência Social, como todos os brasileiros. Sempre lutei pelo fim dos privilégios, abri mão de carro oficial, auxílio mudança e outras benesses. Não acho razoável exigirmos algo da população e não estarmos no mesmo regime".

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