close

CAPITAL: “Não tiramos um real da prefeitura”, diz subsecretário de serviços básicos

A reportagem conversou com Prestes em sua residência, já que ele está passando por um pós-operatório em um dos seus olhos

DA REDAÇÃO - JOÃO PAULO PRUDÊNCIO

13 de Agosto de 2019 às 15:08

CAPITAL: “Não tiramos um real da prefeitura”, diz subsecretário de serviços básicos

FOTO: (Divulgação)

No final da manhã desta terça-feira (13) a reportagem do jornal Rondoniaovivo conversou com o subsecretário de serviços básicos de Porto Velho, Wellem Prestes, que falou sobre a recente decisão do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia – TCE/RO, que imputou uma multa de R$ 2,5 mil para ele e outros integrantes do executivo municipal após a compra de um grande lote de cal adquirido para ser utilizado na pintura de meio fio, muros, postes, entre outros, dentro da cidade.

 

A reportagem conversou com Prestes em sua residência, já que ele está passando por um pós-operatório em um dos seus olhos e vem desempenhando suas funções e atendendo nesse local.

 

A decisão do TCE/RO

 

De início, ele já afirma que a decisão do TCE/RO é a maior prova de que jamais houve qualquer dano ao erário nesse caso em questão, porém, o que aconteceu foi um erro no armazenamento do material comprado, fato que levou os envolvidos no contrato a receberem a penalidade.

 

“Nós adquirimos onze mil e quinhentas sacas de cal, porém não tínhamos onde armazenar todo esse estoque, motivo pelo qual deixamos a maior parte no depósito da própria empresa, o que foi considerado errado pelo Tribunal de Contas, na época achávamos que podíamos, até porque não havia onde guardar esse material, porém não era permitido”, afirmou Wellem Prestes.

 

Estrutura da SEMUSB não tinha como armazenar todo o estado de 11.500 sacas de cal.

 

Denuncia

 

Ainda de acordo com Wellem Prestes, esse foi o único erro encontrado pelo TCE/RO durante a fiscalização do contrato, isso, após denuncia promovida na Câmara de Vereadores de que havia sido realizado desvio de cal e dano ao erário, o que não ficou comprovado pelo órgão de contas.

 

“Dano ao erário não teve, não tiramos um real da prefeitura, todo o cal foi utilizado na pintura das ruas da cidade, o TCE detectou apenas um erro administrativo, esse foi o motivo da multa”, disse Wllem Prestes.

 

Utilização da cal

 

O subsecretário garantiu que é possível qualquer cidadão constatar a utilização da cal na pintura dos meios fios, postes e muros da cidade. “Jorge Teixeira e Imigrantes são algumas principais avenidas em que estamos realizando a limpeza e pintura, esse trabalho é constante e vem sendo feito com muito empenho pela nossa equipe de trabalho”, falou Prestes.

 

MAIS NOTÍCIAS

PRIMEIRA PÁGINA
RONDONIAOVIVO TV
DESTAQUES EMPRESARIAIS
PUBLICAÇÕES LEGAIS
COLUNAS