DISCUSSÕES: Fiero participa de seminário seminário Oportunidades REDD+ de Rondônia para a Amazônia

Durante a Sessão 2 do seminário, foram apresentados três painéis sobre o tema

DISCUSSÕES: Fiero participa de seminário seminário Oportunidades REDD+ de Rondônia para a Amazônia

Foto: Divulgação

A discussão sobre créditos de carbono e governança climática está em pauta nestes últimos dois dias durante o seminário Oportunidades REDD+ de Rondônia para a Amazônia. O evento é organizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental em parceria com a BVRio, e o presidente da Federação das Indústrias de Rondônia (FIERO), Marcelo Thomé foi um dos convidados a participar no primeiro dia de evento durante a sessão 2, que abordou O Papel do Setor Privado: Compromisso, Inovação e Disrupção.

 

Antes de iniciar as apresentações e debates sobre o tema, o presidente da FIERO, que também preside o Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Coemas) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), enfatizou a satisfação da entidade em apoiar a realização do evento que se propõe a debater o futuro da floresta brasileira, em especial a Amazônica, pois ela desempenha o papel, não somente para o equilíbrio climático e para o regime de chuvas, mas também como detentora de uma biodiversidade variada e como reserva de água doce.

 

Também ressaltou os malefícios do desmatamento e as queimadas que, além de ameaçar as espécies da fauna e flora com a destruição de habitats, contribui para o aumento do efeito estufa, além de comprometer a oferta hídrica, bem como a perda de solos férteis e erosão.

 

Marcelo Thomé enfatizou que mais de 20 milhões de brasileiros habitam a região amazônica, que necessitam de necessidades básicas como educação, saúde, luz, emprego e saneamento. “O grande desafio é pensar em instrumentos para além do comando e controle. Apesar de necessárias, as operações de fiscalização comprovaram ser insuficientes na missão de manter a floresta em pé e de criar as condições necessárias para que o desenvolvimento da região amazônica se dê em bases sustentáveis”.

 

Durante a Sessão 2 do seminário, foram apresentados três painéis sobre o tema. O primeiro, apresentado por Luiz Cornacchioni, diretor executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), abordou a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura. Em seguida, Karen Tanaka, membro do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), falou sobre o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões e finalizando, Gustavo Souza, da Organização Global que oferece o maior sistema de reporte de dados ambientais do mundo (CDP), relatou sobre o tema Oportunidades de Participação do Setor Privado.

 

Ao final, Marcelo Thomé e o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon), Hélio Dias, participaram dos debates sobre o tema, que na ocasião foi franqueada a palavra para os participantes para elaborar perguntas sobre o tema proposto. O superintendente da FIERO, Gilberto Baptista, também prestigiou o seminário.

 

O evento segue até esta sexta-feira, 25, com diversos temas relacionados ao meio ambiente e sustentabilidade. O presidente da FIERO considerou o debate de grande valia, pois proporcionou a participação de diversos órgãos ligadas à área ambiental não só de Rondônia, mas de outros estados do Norte, bem como de entidades comprometidas com o desenvolvimento sustentável da região.

 

 

Sobre o REDD+

 

O REDD+, foi criado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC) justamente para incentivar países como o Brasil a conservar e a recuperar suas florestas.  Por meio desse instrumento, países que apresentem reduções verificáveis de emissões de gases de efeito estufa ou aumento de estoques de carbono passam a ser elegíveis a receber pagamentos por resultados de diversas fontes internacionais, em particular do Fundo Verde para o Clima.

 

Esse posicionamento visa promover a integridade ambiental e garantir que todas os países contribuam com esforços próprios, sobretudo com relação às fontes de emissões provenientes de combustíveis fósseis que originaram a maior parte das emissões de gases de efeito estufa.  O Brasil possui diversos diferenciais comparativos. É detentor da maior biodiversidade e da maior reserva de água doce. Foi pioneiro na produção de biocombustíveis e possui uma matriz de energia com grande participação de renováveis.

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L da Rocha Silva

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