PANDEMIA AVANÇA: 'Estamos a beira de um colapso', diz secretário de Saúde de Rondônia

Segundo o secretário, Rondônia está perto de chegar a situação de Manaus

PANDEMIA AVANÇA: 'Estamos a beira de um colapso', diz secretário de Saúde de Rondônia

Foto: Divulgação

Em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira (15), o secretário Estadual de Saúde, Fernando Máximo, disse que a situação do Estado já é preocupante. A pandemia de covid-19 está cada vez mais avançando.
 
Segundo Máximo, Rondônia está perto de chegar a situação de Manaus (AM). “Infelizmente tenho que dizer a vocês que estamos a beira de um colapso. Não temos mais leitos, não tem como expandir”, explicou.
 

Nas últimas 24 horas foram mais de 1.300 novos casos de COVID-19 em Rondônia, além de 17 mortes.

 

Esses números alertaram as autoridades públicas de Saúde, que decidiram editar um novo decreto adequando as cidades aonde a pandemia vem se intensificando à um isolamento mais restritivo.

 

Vacinação em RO

 

O plano de vacinação inicial conta com as 68 mil doses adquiridas pelo Governo de Rondônia que serão aplicadas nos servidores da Saúde, que atuam na linha de frente do combate à pandemia, além de pessoas acima de 75 anos.

 

Vale ressaltar que cada cidadão precisa de ao menos duas doses para se imunizar do vírus, ou seja, aproximadamente 33 mil pessoas serão vacinadas logo de início no estado de Rondônia.

 

Em seguida a vacina será aplicada nos idosos, profissionais do sistema penitenciário, índios, quilombolas e ribeirinhos.

 

CORONAVAC ou Oxford?
 
As doses que chegarão à Rondonia serão as produzidas pela Fiocruz (Oxford) e Butãtã (CORONAVAC) e de acordo com o secretário não haverá direito de opção pela fabricante quando o cidadão for se vacinar na rede pública. 
 
“Ambas as vacinas serão aplicadas após a comprovação cientifica de sua validade pela ANVISA, um órgão respaldado no mundo inteiro com o trabalho de cientistas, doutores e pós-doutores. Se eles garantirem a vacina, porque iremos questionar?”, disse Fernando Máximo. 
 
As duas doses precisam ser necessariamente da mesma fabricante. 
 
Direito ao esquecimento

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