Marido de Bianca Toledo se defende: ‘acusações falsas’

O caso está sendo acompanhado pela delegada de polícia Cristiana Bento, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) do Rio de Janeiro.

Marido de Bianca Toledo se defende: ‘acusações falsas’

Foto: Divulgação

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Felipe Heiderich, pastor e marido da ex-cantora gospel Bianca Toledo, se manifestou pela primeira vez, através de seu advogado, sobre a denúncia da esposa, que o acusa de ter abusado do enteado de 5 anos.

O texto assinado pelo advogado Leandro Meuser, publicado no perfil oficial de Heiderich no Facebook, defende o pastor e afirma que ele é inocente. "Na qualidade de advogado de Felipe G. Heiderich, venho a público informar que as acusações formuladas contra ele são inteiramente falsas e que a polícia saberá investigar para ao final esclarecer a verdade", diz.

"Informamos ainda que não iremos em busca da mídia para promover qualquer de nossos interesses, iremos sim provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça." Por fim, o advogado pede orações dos seguidores do pastor para que "ele tenha forças para superar essa grave injustiça".

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Histórico - Heiderich, de 35 anos, foi detido na segunda-feira, 4 de julho, em cumprimento de um mandado de prisão temporária pelo crime de estupro de vulnerável. O caso está sendo acompanhado pela delegada de polícia Cristiana Bento, da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (DCAV) do Rio de Janeiro.

A denúncia foi feita pela mãe da criança, Bianca, no dia 22 de junho. Ela afirma que o marido teria abusado do enteado na residência em que eles viviam no Recreio dos Bandeirantes.

Um inquérito policial foi instaurado e, após a reunião de novas provas, a delegada pediu a prisão temporária pelo prazo de 30 dias. Heiderich está detido no Complexo de Gericinó, isolado em uma cela de Bangu 1. Se for condenado, pode pegar de 8 a 15 anos de prisão.

Segundo o site do jornal Extra, que teve acesso ao pedido de prisão, a delegada responsável pelo caso afirma que Heiderich mostrou um "alto grau de perversão" e que a prisão era imprescindível, para evitar que "outras crianças sejam abusadas pelo acusado".

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