A Alemanha está testando a jornada de quatro dias de trabalho por semana, sem redução salarial, em dezenas de empresas — e os resultados iniciais são positivos.
Após cerca de dois anos de experiências piloto, a maioria das companhias participantes decidiu manter o modelo de semana reduzida. Segundo avaliações dos testes, os trabalhadores relataram maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, melhora na saúde mental e redução do estresse.
As empresas também observaram ganhos de produtividade, menor absenteísmo e maior satisfação das equipes, fatores que ajudaram a sustentar a continuidade do formato.
A experiência alemã se soma a testes semelhantes realizados em países como Reino Unido, Islândia e Portugal, onde modelos de jornada reduzida também vêm sendo estudados como alternativa ao tradicional regime de cinco dias de trabalho.