Diligência teria ocorrido em extração ilegal feita por invasores no mês maio último
Foto: Reprodução
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Uma autuação feita por policiais da Policia Militar Ambiental em Porto Velho vem sendo motivo de questionamentos pelo proprietário da área. A partir de suposta denúncia anônima, a equipe adentrou a propriedade rural à noite, sem mandado judicial, rompeu cadeados e porteiras e emitiu três autos de infração por derrubada ilegal em área de reserva legal.
A propriedade denominada Sítio Areia Branca fica na Linha 67, km-8, Gleba Caracol, setor rural de Porto Velho. Conforme imagens de câmeras de segurança, a diligência policial na propriedade rural foi entre as 21h28 até as 21h50, de quarta-feira (16/09/2026). O dono do imóvel alega ter provas da inexistência do crime ambiental.
VEJA O VÍDEO: https://www.instagram.com/reels/Ddj5cNMTNUD/
A propriedade pertence a Osmar Alves Peninga que considera o caso uma arbitrariedade e vai recorrer das infrações. Conforme alega, apesar de ter direito de extração de até 20% das madeiras da área para uso na propriedade para construção e reforma de cerca e outras benfeitorias, conforme Certidão de Inexigibilidade de Licenciamento Ambiental emitido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), as madeiras que foram alvo da autuação policial não teriam sido extraídas por ele, e sim, por invasores da área.
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O proprietário, na época dos acontecimentos, chegou a fazer denúncia da extração ilegal e teve a vistoria técnica realizada por técnicos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Nos relatórios emitidos por esses órgãos em 27/05/2026, constam que teriam extraídos madeiras nobres e até espécies imune ao corte e sob regras rígidas da legislação ambiental.

O produtor rural também alega que outras madeiras serradas que foram inclusas nos autos de infração pela Polícia Militar Ambiental, foram adquiridas legalmente em serrarias e seriam para reformas na propriedade.
O produtor rural Osmar Alves Peninga diz achar estranho a ação policial ter acontecido à noite e pontual, sem mandado judicial, e após ter denunciado extração ilegal por terceiros em sua área.
Atravésda assessoria, a Polícia Militar esclareceu os procedimentos da Polícia Ambiental:
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