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MEMÓRIA: Coletivo de artistas funda o Museu da Imagem e do Som de Rondônia

A iniciativa começou em 2018. O grupo cansou de esperar pelo poder público

Rondoniaovivo

29 de Setembro de 2020 às 08:29

Atualizada em : 05 de Outubro de 2020 às 06:40

Foto: MÁRIO JORGE SAVANHAGO

Cansado de esperar pelo poder público, um coletivo de artistas, formado por sete pessoas, decidiu instalar, virtualmente, o Museu da Imagem e do Som de Rondônia (Miis) para preservar a memória do Estado.

 

A ação é voluntária e  conta com a liderança de Joeser Alvarez. Os sete calaboradores/curadores têm expertise acaďêmica.

 

 Lá você pode fazer uma viagem virtual  e se encantar com as sessões: Indígena, Quilombola, Surda, Cultura Popular e ainda Memórias: Arqueológica, do Ouro, do Estanho, da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, da Borracha, Urbana, da Migração e das Artes.

 

O material é composto por textos e imagens que relembram momentos que marcaram a históricos de Rondônia.

 

Tem ainda o canal no Youtube linkado ao museu com o acervo fílmico do Joeser, do Coletivo Madeirista, de Luís Brito, de Beto Bertagna, entre outros. Está disponibilizado também nesse canal o acervo de filmes trash produzido em Rondônia.

 

Só para lembrar, o Coletivo Madeirista recebeu o prêmio Unesco Digital Arts Awards 2007.

 

 

 “Estamos reunindo no Yotube os arquivos que conseguimos recuperar”, esclarece o coordenador do grupo.

 

Ele afirmou que doações ao museu são bem-vindas,  assim como quem esteja interessado em trabalhar voluntariamente.

 

No site, na aba “contato”, tem o formulário e o email para quem quiser coloborar com fotos e vídeos.

 

ACESSE O MUSEU

 

Contato:  69 99938-2025 ( Joeser)

Direito ao esquecimento

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