RIQUEZAS COBIÇADAS: Entenda como funciona a biopirataria e como acontece na Amazônia

Busca pelo termo cresceu 250% no Google no mês passado

RIQUEZAS COBIÇADAS: Entenda como funciona a biopirataria e como acontece na Amazônia

Foto: Shutterstock

No mês de novembro de 2023, o termo "biopirataria na Amazônia" despertou um significativo interesse, marcando um aumento de 250% nas pesquisas no Google desde o início do mês.

 

Esse índice atingiu o pico de 100, sendo Amazonas e São Paulo os estados com maior interesse registrado. A plataforma revela que não é possível determinar se um evento específico impulsionou esse aumento ou se houve um aumento natural no interesse pelo tema no Brasil.

 

As perguntas mais frequentes durante esse período de crescimento incluíram indagações sobre o significado de biopirataria, os métodos comuns desse fenômeno na Amazônia, outras regiões do Brasil que também são alvos e como contribuir para combater a pirataria e biopirataria na Amazônia.

 

Biopirataria refere-se à exploração não autorizada de recursos biológicos, como plantas, animais e micro-organismos, bem como conhecimentos tradicionais associados, sem a devida permissão dos legítimos detentores desses recursos.

 

Tráfico de animais silvestres também pode ser considerado biopirataria - Foto: site blog.brkambiental.com.br

 

A prática inclui o tráfico de animais para fins científicos e a utilização ilegal de substâncias químicas provenientes da fauna para pesquisas e produção de medicamentos.

 

Diferenças e combate

 

É importante destacar a diferença entre pirataria e biopirataria. Enquanto a pirataria envolve a prática ilegal de copiar produtos protegidos por direitos autorais, a biopirataria está especificamente relacionada à exploração não ética de recursos biológicos, frequentemente envolvendo apropriação indevida de conhecimentos tradicionais de comunidades específicas.

 

Na Amazônia, a biopirataria ocorre através da coleta não autorizada de recursos genéticos, do uso indevido de conhecimentos tradicionais e do patenteamento não ético de produtos derivados desses recursos.

 

Combater esse fenômeno requer conscientização, envolvimento das comunidades locais nas decisões sobre o acesso aos recursos biológicos e fortalecimento dos sistemas de monitoramento e fiscalização.

 

O aumento nas buscas sugere um crescente interesse público em compreender e abordar a biopirataria na Amazônia, destacando a necessidade de ações eficazes para proteger a biodiversidade e os direitos das comunidades locais na região.

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