AO VIVO: Coronel Braguin fala sobre operação contra criminosos da LCP

Dois bandidos acabaram morrendo durante confronto com os policiais militares. Duas armas de fogo foram apreendidas

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Uma operação conduzida pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) na manhã desta sexta-feira (30), na região da Linha do Pavão, distrito de União Bandeirantes (Porto Velho - RO), resultou na morte de dois foragidos da Justiça de altíssima periculosidade. Os indivíduos foram identificados como Lindomar Eugênia dos Santos, 42, conhecido como "Nelore", e Rodrigo José dos Santos Ferreira, 36, apelidado de "GPS".

 

​A ação policial e os desdobramentos de segurança foram detalhados com exclusividade pelo coronel PM Regis Bragun, Comandante do Policiamento Especializado (CPE).

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​De acordo com o coronel Regis Bragun, a operação foi fruto de um trabalho minucioso de inteligência do policiamento especializado que conseguiu mapear e identificar a localização exata dos criminosos, refugiados em uma área de invasão de difícil acesso e vegetação fechada.

 

​"Isso requereu a determinação do comando da Polícia Militar, uma operação complexa, aonde a missão especial é pertencente ao BOPE. Requer condicionamentos e equipamentos, além de conhecimentos específicos para fazer realmente o cerco naquele local a fim de que eles se entregassem", destacou o coronel Bragun.

 

​Segundo o comandante do CPE, as equipes realizaram o cerco tático e deram voz de prisão, determinando que a dupla se entregasse. No entanto, os criminosos reagiram de maneira violenta, disparando contra os policiais do BOPE com uma pistola e um revólver.

 

​"Mas o resultado perpetrado por eles foi a ação violenta, disparando contra os policiais do BOPE. Revidaram, [os suspeitos] foram alvejados, imediatamente socorridos e levados até o pronto-socorro em Jaci-Paraná. Mas, segundo a equipe médica, não resistiram aos ferimentos", pontuou Bragun.

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A ocorrência foi posteriormente finalizada na Central de Flagrantes em Porto Velho, com a entrega das armas apreendidas com os suspeitos. O coronel enfatizou que a atuação seguiu rigorosamente os padrões técnicos e legais: "Graças a Deus, mais uma vez nossos policiais com técnica, profissionalismo e com a missão de cumprir o que foi designado, cumpriram muito bem. Deus os protegeu dessa vez, nós estivemos juntos supervisionando essa operação para que tudo aquilo fosse dentro daquilo que é determinado (...) e que a lei determina, trazer os foragidos a serem apresentados à justiça."

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​Os criminosos mortos no confronto acumulavam extensas fichas criminais e eram considerados peças-chave em crimes violentos na zona rural de Porto Velho. Conforme o coronel Regis Bragun, a dupla respondia por diversos homicídios, incluindo o assassinato do policial civil aposentado Joaquim Lopes da Silva, executado na Fazenda NorBrasil no último dia 14 de abril.

 

​Além disso, o coronel confirmou que os criminosos integravam e atuavam a mando de um grupo armado conhecido como GED, apontado como o braço armado ligado à Liga dos Camponeses Pobres (LCP) em disputas agrárias na região.

​"Eles faziam parte da LCP. Existe essa invasão que é liderada pela Liga dos Camponeses Pobres. Esses indivíduos foram recrutados e ali existe uma informação de que recrutaram o grupo chamado GED, que fazia o papel de braço armado com intenções de fazer a invasão, não só na parte dos fundos da fazenda, mas agora a sede" explicou o comandante.

 

​Segundo as investigações da polícia relatadas pelo coronel, houve desentendimentos internos entre as lideranças da facção e o grupo armado, culminando em uma série de episódios de violência na zona rural, incluindo a emboscada que vitimou o policial civil.

 

​Ao final da ocorrência, o coronel Regis Bragun comentou sobre o cargo de Comandante do Policiamento Especializado (CPE), missão que recebeu do Comandante-Geral da PMRO, coronel Glauber Souto.

​"Tive o privilégio e a honra (...) de nos determinar a missão de comandar o policiamento especializado. Nós estamos agora com essa nobre missão de estar à frente dessas unidades tão especializadas, preparadas para trabalhar, combater o crime e defender a sociedade. E nós temos aqui grandes policiais, muitos profissionais extremamente éticos e dedicados a fazer a diferença para o cidadão rondoniense", concluiu Bragun.

 

​A Polícia Civil continuará investigando o caso por meio de inquérito para apurar a extensão total das ações da célula armada na região de União Bandeirantes.

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Direito ao esquecimento
Ricardo Santos - 30/10/2026 13:25
CAPETA AGRADECE.... SERÃO BEM VINDOS AO INFERNO KKKKKKK

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