AMEAÇA MUNDIAL: Forças Armadas reforçam defesa química e aérea e aciona unidades especiais

Exército ativa defesa QBRN e FAB amplia poder aéreo em Brasília

AMEAÇA MUNDIAL: Forças Armadas reforçam defesa química e aérea e aciona unidades especiais

Foto: Divulgação/FAB

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As Forças Armadas intensificaram, nas últimas semanas, movimentos estratégicos voltados ao reforço da soberania e da capacidade de resposta do país diante de ameaças convencionais e não convencionais. As ações envolvem tanto a ampliação da estrutura do Exército Brasileiro quanto o fortalecimento do poder aéreo da Força Aérea Brasileira (FAB) no Planalto Central.
 
O Exército publicou a Portaria nº 643/26-COTER, que determina a criação de Pelotões de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear (DQBRN) em todos os Comandos Militares de Área. A medida, oficializada pela Secretaria-Geral da Força em fevereiro de 2026, padroniza e amplia a capacidade de atuação especializada em todo o território nacional.
 
Na prática, a decisão estabelece uma estrutura permanente de pronta resposta para ocorrências envolvendo agentes químicos, biológicos, radiológicos ou nucleares. O contexto internacional, marcado por conflitos com uso de tecnologias híbridas e ameaças assimétricas, elevou o nível de alerta em diversos países. No Brasil, a estratégia aposta na prevenção, na capacitação técnica e na descentralização da resposta operacional.
 
A implementação dos pelotões DQBRN integra o planejamento estratégico da Força Terrestre, voltado à mitigação de riscos de alta complexidade e impacto. A iniciativa reduz o tempo de reação em situações emergenciais e amplia a proteção de infraestruturas críticas e centros urbanos.
 
No campo aéreo, a FAB iniciou a operação dos caças F-39 Gripen a partir da Base Aérea de Anápolis, em Goiás, posicionando a aeronave para a defesa direta do espaço aéreo de Brasília. O modelo, designado oficialmente como F-39 Gripen, é considerado de última geração, com capacidade para missões de defesa aérea, ataque ao solo e reconhecimento.
 
Até o momento, dez aeronaves estão em operação no país. O primeiro exemplar chegou ao Brasil em 2022, dentro do Projeto F-X2, firmado entre o governo brasileiro e a empresa sueca Saab. O contrato, assinado em 2014, prevê a aquisição de 36 unidades, além de transferência de tecnologia e desenvolvimento conjunto de sistemas.
 
A Base Aérea de Anápolis ocupa posição estratégica no centro do país, a cerca de 160 quilômetros da Praça dos Três Poderes. Segundo a FAB, a consolidação das operações do Gripen na região eleva o patamar tecnológico do poder aéreo brasileiro e fortalece a Base Industrial de Defesa.
 
As medidas refletem uma diretriz clara: ampliar a prontidão militar em múltiplos domínios — terrestre e aéreo — diante de um ambiente geopolítico mais volátil. Ao combinar modernização tecnológica com reorganização estrutural, as Forças Armadas buscam reduzir vulnerabilidades e afirmar a capacidade de dissuasão do Estado brasileiro.
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