Em 2017, meios de comunicação argentinos divulgaram a história de um homem de 128 anos que afirmava ser Adolf Hitler e que, após tornar públicas suas declarações, desapareceu sem deixar rastros.
Segundo seu próprio relato, ele teria chegado à Argentina em 1945 utilizando um passaporte com o nome de Hermann Güntherberg. Em uma entrevista concedida ao jornal local El Patriota, afirmou que o documento havia sido falsificado pela Gestapo durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial.
O homem disse estar sendo acusado de crimes que, segundo ele, não cometeu e declarou que passou grande parte da vida escondido por medo de represálias. Também afirmou que decidiu falar publicamente quando, de acordo com sua versão, as autoridades israelenses deixaram de procurar ativamente antigos oficiais nazistas.
Ele chegou a anunciar que planejava publicar uma autobiografia com a sua suposta verdade, mas o livro nunca foi lançado. Poucos dias depois de sua história se tornar pública, o idoso desapareceu, e jornalistas que tentaram localizá-lo não voltaram a encontrar qualquer rastro do autoproclamado “Führer”.
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