SEM CONCLUSÃO: Há mais de um ano, desaparecimento de empresário Castelinho segue sem solução

A caminhonete foi encontrada posteriormente na região, com a chave na ignição e sem sinais aparentes de arrombamento, violência ou luta.

SEM CONCLUSÃO: Há mais de um ano, desaparecimento de empresário Castelinho segue sem solução

Foto: Acervo

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Mais de um ano após desaparecer, o empresário Antônio Nemézio Miranda Filho, conhecido como Castelinho, de 76 anos, continua sem ser localizado. O caso, registrado em 19 de outubro de 2025, em Rondônia, permanece sem esclarecimento sobre o que aconteceu com o proprietário da tradicional Lanchonete e Restaurante Castelinho, ponto conhecido às margens da BR-364.

 

No momento, as investigações seguem com perícias de aparelhos celulars apreendidas pela Polícia Civil na fase de buscas. O trabalho é minucioso e ainda não tem prazo para conlusão. 

 

No dia do desaparecimento, Castelinho saiu sozinho, por volta das 11h30, em uma caminhonete Nissan Frontier branca, com destino a uma propriedade rural próxima à BR-364 e ao distrito de Abunã, onde pretendia verificar uma área de terras. Depois disso, não houve mais notícias sobre seu paradeiro.

 

A caminhonete foi encontrada posteriormente na região, com a chave na ignição e sem sinais aparentes de arrombamento, violência ou luta. O desaparecimento mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Exército Brasileiro, que realizaram buscas em áreas de mata fechada, com apoio de drones e helicópteros. Apesar das operações, o empresário não foi encontrado.

 

 

O caso não teve confirmação de morte. Oficialmente, Castelinho continua desaparecido, e não há comprovação pública de homicídio. Essa distinção é importante para não transformar uma suspeita em fato.

 

Nos dias seguintes ao desaparecimento, também foram encontrados uma camisa e um par de botinas a aproximadamente três quilômetros do local onde a caminhonete foi localizada. Não havia confirmação de que os objetos pertenciam ao empresário.

 

 

Em fevereiro de 2026, quatro meses após o desaparecimento, uma reportagem do Rondoniaovivo informou que celulares apreendidos durante a investigação ainda aguardavam extração de dados pela Polícia Técnico-Científica (Politec). O procedimento era considerado importante para o avanço do inquérito.

 

 

Até o momento, as informações públicas localizadas não apresentam uma conclusão sobre o paradeiro do empresário nem esclarecem as circunstâncias do desaparecimento.

A Polícia Civil orientou que informações que possam ajudar na investigação sejam encaminhadas pelo telefone 197 ou pelo WhatsApp (69) 3216-8940.

Direito ao esquecimento
Juliana Rocha - há 3 horas
Tem alguns cadáveres no IML para reconhecimento , e um deles parece muito com esse senhor!

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