Em novo julgamento, Justiça revê decisão e condena acusado de homicídio a 6 anos

Em novo julgamento, Justiça revê decisão e condena acusado de homicídio a 6 anos

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Foto: Divulgação

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Em julgamento ocorrido na última quarta-feira (28) o primeiro Tribunal do Júri de Porto Velho condenou o agente de segurança Rodrigo Souza Leão a seis anos de reclusão, pelo assassinato do colega de trabalho Emerson Cristian Araujo. O crime aconteceu no dia 02 de agosto de 2006, na sede da FUNAI (Fundação nacional do Índio), onde os dois trabalhavam em turnos diferentes.
 Na época, o homicídio causou revolta na comunidade. Rodrigo Leão foi pronunciado por homicídio duplamente qualificado, levado a júri popular, mas foi absolvido.
Não havendo recurso por parte do Ministério Publico, a família da vítima optou por contratar um acusador particular, constituindo o advogado José Gomes Bandeira como seu representante legal. O advogado recorreu da decisão e conseguiu a reforma da sentença no Tribunal de Justiça, que determinou a restituição dos autos à vara de origem para marcar novo julgamento.
 Em plenário, entendendo que a família, ao contratar acusador particular, o promotor de Justiça deixou a acusação a cargo do advogado. Pela defesa, o réu contratou os advogados Marcos Vilela e Harley, considerada a melhor banca de advogados criminalista da capital.
 Os debates, na opinião de José Bandeira, mostraram o amadurecimento da advocacia, com o embate de idéias e teses acusatórias e defensivas, “fundamentadas na ética, na polidez e no respeito, na busca da justiça”.
 José Bandeira conseguiu reverter o primeiro julgamento e os jurados consideraram o réu culpado. O juiz Enio Salvador aplicou pena de seis anos, diminuindo 1/3 em face do reconhecimento do homicídio privilegiado pela violenta emoção. A pena em definitiva foi de 4 anos em regime aberto, onde o acusado deverá assinar a frequencia no Fórun Criminal, não passando nenhum dia detido, no sistema prisional do estado.
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