A participação do pastor Josinélio Muniz, servidor comissionado da Prefeitura de Porto Velho, na caminhada política promovida pelo deputado federal de Minas Gerais, Nikolas Ferreira (PL), tem movimentado debates nas redes sociais. Como registrou o
Rondoniaovivo nesta segunda-feira (26), o pastor resolveu ausentar-se das funções de assessor especial do prefeito Léo Moraes (PODE), sem qualquer justificativa formal, para se unir ao ato.
O jornal quer saber sua opinião — o servidor que abandonou as funções para participar da caminhada deveria ser exonerado? Muniz exerce função administrativa com salário base de cerca de R$ 11 mil mensais, para o cumprimento de uma carga horária de 40 horas semanais.
Ele não avisou o superior e foi de carro participar da caminhada política em Brasília. Também publicou diversos vídeos em suas redes sociais, nos quais aparece participando da caminhada em defesa de seu “mito” — no caso, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de estado.
Além de não apresentar justificativa pelo abandono do emprego, o pastor Josinélio Muniz ainda solicitou, recebeu e agradeceu apoio financeiro de “simpatizantes” da causa por meio de sua chave Pix.
Vote na enquete do Rondoniaovivo pelo Instagram clicando
AQUI ou na foto abaixo. Expresse sua opinião nos comentários. Não é permitido spam ou xingamentos — o jornal quer incentivar a troca saudável de ideias. A enquete não tem valor científico.