ESTUDOS COMPROVAM: Cerca de 17% das doenças do fígado pode vir de estresse e raiva

Quando o emocional não encontra via de expressão, ele se desloca

ESTUDOS COMPROVAM: Cerca de 17% das doenças do fígado pode vir de estresse e raiva

Foto: Reprodução

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Em 2015, um estudo de grande escala publicado no Journal of Hepatology, envolvendo mais de 170 mil participantes, trouxe à tona um dado silencioso e revelador: até 17% das doenças hepáticas apresentavam correlação direta com estados emocionais crônicos, especialmente estresse prolongado e raiva não elaborada. A ciência, com sua linguagem estatística e cautelosa, começava a tocar um território que antigas tradições espirituais já reconheciam há séculos: emoções não resolvidas deixam registros biológicos.
 
O corpo não é apenas matéria. Ele é também memória, campo de resposta, superfície onde a psique escreve aquilo que não encontra elaboração consciente. Quando o emocional não encontra via de expressão, ele se desloca. E o organismo registra.
 
Na Medicina Tradicional Chinesa, o fígado ocupa um lugar central na dinâmica emocional. É o órgão associado ao movimento, à fluidez e à capacidade de adaptação. A raiva, quando reprimida ou cristalizada, compromete essa função. O fluxo do Qi, a energia vital que sustenta os processos fisiológicos e psíquicos, perde ritmo, cria estagnação e, com o tempo, desequilíbrio.
 
Esse bloqueio raramente se manifesta de forma abrupta. Ele começa sutil. Um cansaço que não se explica. Irritação recorrente sem causa evidente. Alterações digestivas, sono fragmentado, tensões musculares persistentes. O corpo não acusa. Ele sinaliza. Sua linguagem é indireta, mas precisa.
 
Sob a ótica espiritual, emoções densas como raiva, mágoa e ressentimento geram condensações no campo energético. Formas mentais repetidas, nutridas ao longo do tempo, passam a interferir na percepção, no humor e na frequência vibracional da pessoa.
 
Liberar essa carga não é apenas um gesto de bem-estar. É um movimento de realinhamento interno. Um retorno à inteligência original do corpo e da consciência. Práticas como meditação, respiração consciente, escrita emocional, terapias energéticas, acupuntura atuam como catalisadores desse processo.
 
Mas a verdadeira transformação começa em um ponto silencioso e decisivo: o reconhecimento honesto do que se sente. Quando a emoção deixa de ser negada, ela perde a necessidade de adoecer o corpo para ser ouvida.
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