No caso da linguagem, estudos em psicologia e linguística sugerem que praguejar não está necessariamente ligado à limitação vocabular. Pelo contrário, pessoas que utilizam palavrões com mais frequência tendem a demonstrar boa fluência verbal e repertório amplo. Esse tipo de expressão pode funcionar como um recurso comunicativo eficiente para transmitir intensidade emocional, aliviar tensão e reforçar autenticidade, sem indicar menor capacidade intelectual.
Já o padrão de sono mais tardio é comum entre indivíduos com cronotipo noturno. Pesquisas apontam que essas pessoas frequentemente apresentam maior inclinação à criatividade, pensamento independente e questionamento de normas estabelecidas. O período noturno, com menos interrupções, pode favorecer reflexão profunda, produção criativa e resolução de problemas complexos.
A combinação desses traços pode refletir maior flexibilidade cognitiva e menor apego a convenções sociais rígidas. Isso não significa que dormir tarde ou usar palavrões seja sinônimo de alta inteligência, mas indica que, em determinados contextos, tais hábitos podem coexistir com habilidades verbais desenvolvidas, criatividade e pensamento crítico.