FERNANDO MÁXIMO: Deputado presta atendimento médico voluntário às vítimas das enchentes no RS

FERNANDO MÁXIMO: Deputado presta atendimento médico voluntário às vítimas das enchentes no RS

Foto: assessoria

O deputado Dr. Fernando Máximo (UB-RO) prestou atendimento médico voluntário para a população afetada pelas inundações provocadas pelas catástrofes naturais. Entretanto, durante a missão ao Sul do país, o congressista encontrou um cenário de guerra devido àenchente histórica do rio Guaíba e seus afluentes, oque tem tornado complexo o acesso a diversas comunidades afetadas pela cheia.
 
Ao desembarcar no sul do país, o parlamentar se deparou com outros colegas médicos, no esforço unissonante, na tentativa de salvar vidas humanas. Abrigos públicos superlotados, o desespero e a dor daqueles que perderam tudo aquilo que levaram uma vida inteira para construir são algumas marcas que ficaram gravadas na memória do Dr. Fernando Máximo ao deixar a região. “São pais e mães de família, pessoas que tinham suas casas até pouco tempo. São trabalhadores que atuavam no comércio local, professores, policiais e que agora perderam tudo”, afirma Dr. Fernando Máximo. E se não bastasse asituação de descalabro, o sistema de saúde entrou em colapso e embora tenha atendido dezenas de pessoas, a sensação do parlamentar, era de “enxugar gelo”, pois a todo momento chegavam cada vez mais pessoas com sintomas virais parecidos: vômito, diarreia, dores pelo corpo e febre alta. 
 
“Começaram a surgir alguns surtos de doenças gastrointestinais, leptospirose que é a doença causada pela urina de rato e as síndromes respiratórias. Muito em breve, haverá outros surtos como os problemas psiquiátricos, hepatite A e outras parasitoses causadas pela água contaminada. É preciso que o Brasil se una e cada um de nós nos doarmos para ajudar nossos irmãos gaúchos”, desabafa o congressista de Rondônia. 
 
Durante a missão no Rio Grande do Sul, Dr. Fernando Máximo também testemunhou muitos casos de animais de estimação passando fome, crianças com hipotermia provocada pelas baixas temperaturas e doenças de pele como a alergia. “Alguns abrigos não tem banheiro, então lá eles não conseguem ter água para lavar as próprias roupas e por isso há a necessidade de doação. Quem tiver o interesse de doar roupas é importante que pegue no guarda-roupa, principalmente roupas de frio, tirar o ácaro caso esteja guardada por muitos anos, lave para tirar o mofo ou fungos, passem essas roupas e encaminhe para doação já que lá eles também não tem como passar estas roupas. Quem tem alergia, ou quem está próximo de uma pessoa vestindo uma roupa dessas mofadas, eles acerbam na hora. Elestambém estão com dificuldades para obter água potável e medicamentos”, reporta Máximo.
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