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PANDEMIA: Aumento dos casos Covid-19 faz Estado investir em estrutura de Saúde

O objetivo é desafogar as UTI's em Rondônia que estão com a capacidade máxima atingida

SECOM-RO

24 de Janeiro de 2021 às 10:17

Atualizada em : 25 de Janeiro de 2021 às 09:19

Foto: Divulgação

Desde os primeiros meses de pandemia do coronavírus em Rondônia, ainda em 2020, o Governo do Estado criou medidas com intuito de frear o avanço de casos de contágio da Covid-19 e, consequentemente, evitar um possível agravo na Saúde. Uma das primeiras iniciativas foi  garantir um reforço na criação de estruturas hospitalares na luta para salvar vidas.

 

No ano passado, quando alguns estados estavam à beira de um colapso na Saúde, o Governo de Rondônia uniu esforços para reorganizar a assistência hospitalar, sendo que o Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) e a Unidade de Assistência Médica Intensiva 24 horas (AMI 24h) ficaram disponíveis exclusivamente para internações hospitalares da Covid-19.

 

O Governo do Estado organizou alas específicas para esses atendimentos, além de ter preparado o Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), na zona Leste de Porto Velho, para receber pacientes que necessitam de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

 

Para atender a população, o Governo direcionou as atenções para equipar o Cero, com objetivo de receber os pacientes e, consequentemente, desafogar os demais hospitais que já estavam atuando no enfrentamento à Covid-19. Para garantir seu funcionamento, o Estado investiu em estrutura adequada com bombas de infusão, respirador, ambulância e o principal: equipe de Saúde para atender de imediato os pacientes.

 

Antes, o Cero era um Centro de Reabilitação, não um hospital, e por isso houve a necessidade de se fazer adequações, com a ajuda de empresários que ajudaram com as reformas e o Estado participou com o espaço físico e os leitos.

 

O secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, sempre tem pontuado a preocupação do Governo estadual, sendo um diferencial em relação a outros estados, e que não trata-se de estruturas de lonas, provisórias, mas de alvenarias, permanentes que maximizam a rede estadual de Saúde, o que demonstra responsabilidade com a aplicação do recurso público.

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