Muitos nomes e muitas dúvidas para as eleições desse ano; prefeituras de RO estão em dificuldades com as contas; moradores denunciam que empresas estão jogando lixo em área de preservação ambiental; Banda do Vai Quem Quer abre oficialmente o Carnaval na capital
Foto: Divulgação
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Muita Farofa

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Se existe uma cena que mostra como está a disputa eleitoral para o cargo de governador de Rondônia, essa cena são vários balões em um céu nublado. Isso porque até o momento os interessados em ocupar a cadeira, que hoje pertence ao governador Marcos Rocha, são vários, mas são apenas suposições. Alguns já disseram e reafirmaram nos quatro cantos do Estado que vão disputar o cargo de governador. Porém, essas certezas só vão se confirmar entre março e abril, quando ocorre a janela partidária, quando deputados federais, estaduais e distritais podem mudar de partido sem o risco de perderam o atual mandato por infidelidade partidária. Por enquanto, o que se tem é muita conversa entre os diversos grupo políticos que pretendem se aboletar no comando do Executivo Estadual. Ou seja, muita farofa e pouco frango!
Hildon no páreo

E nesse ritmo, quem parecia que já era carta fora do baralho, ressurgiu e foi um nome muito citado entre analistas políticos dos grupos de whatsapp e também de gente séria. O nome é o do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, que deve abandonar o ninho tucano do PSDB e voar para o Republicanos, onde deve fazer parceria tendo o deputado estadual Alex Redano, como vice de chapa. Hildon tem a simpatia dos eleitores da capital e Redano, os do interior. Mas essa é uma conta que ainda está em fase de desenvolvimento para que possa fechar.
Fúria controlada

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Outro pré-candidato a chefe do Governo de Rondônia é o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, que conta com o apoio do governador Marcos Rocha. O anúncio desse apoio, selou a desistência, por enquanto, do governador da disputa para o Senado. Fúria terá a máquina governamental apoiando o nome dele, o que fará uma baita diferença na disputa. Por outro lado, será também um momento de saber a quantas andas o prestígio de Marcos Rocha junto à população. Em Rondônia nesse sempre o apoio de políticos conhecidos é sinal de transferência de votos, sendo assim, é de bom conselho que Fúria agradeça a mãozinha do governador, mas não assuma que ovo está cozido apenas pela aparência dele.
Mágoa

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E como fica o vice-governador, Sérgio Gonçalves? Essa é a natural pergunta que muitos se fazem em Rondônia. Bem, o clima entre ele e o governador Marcos Rocha há muito tempo, é o pior possível, que o digam as paredes do CPA. Sendo assim, Sérgio vai ter que continuar tentando emplacar o nome até o dia da eleição, solitariamente, e sem qualquer apoio do governo estadual. Será um páreo difícil e compreensível se mudar de ideia. Vai precisar pesar muitos fatores...!
Melhor Onda

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O senador Marcos Rogério está como se estivesse na praia esperando a melhor onda para entrar no mar. Ora diz que vem para a reeleição ao Senado, outra diz que vai disputar o Governo de Rondônia. Na verdade, os números das pesquisas eleitorais é que vão ditar o cargo e a estratégia de campanha que irá adotar. Até lá, faz o que todo político adora fazer em anos eleitorais: muita conversa, promessas, sorrisos e tapinhas nas costas. Nesse clima, o prefeito de Vilhena, Delegado Flori vai comendo pelas bordas tentando viabilizar o nome dele ao cargo de governador. Não é uma missão simples, mas ele já conta com o apoio do prefeito Léo Moraes, que ainda está em céu de brigadeiro na administração da capital.
Secom Ativa

- Aliás, muito dessa boa imagem que o prefeito Léo Moraes está conseguindo deve ser creditada à uma comunicação institucional feita por quem sabe. Muitos vão dizer que o prefeito é bom em fazer vídeos para o TikTok e tem trabalhado. Verdade! Mas só isso sem uma comunicação que seja ágil e abasteça os veículos de comunicação diariamente com material de qualidade e que leve a mensagem institucional à população de forma direta e segura, dificilmente, o prefeito estaria com esses altos índices de popularidade. Que Léo Moraes não caia no canto da sereia de colocar o comando da Secom nas mãos de quem não sabe nem o que é um ‘lead’. Em time que se está ganhando, não se mexe! Esse velho ditado popular, vale para todos os campos da vida e, em política, vale mais ainda!
Capital está bem

E falando em Porto Velho, segundo dados do Tesouro Nacional, em relação ao índice Capag (Capacidade de Pagamento) está em um ótimo momento. A capital está no seleto grupo de sete municípios rondonienses que estão com as contas em dia e são elegíveis para receber garantias do Governo Federal em operações de crédito, facilitando empréstimos com juros mais baixos. Essas cidades receberam nota A+ e, além da capital, também estão: Cacoal, Cerejeiras, Chupinguaia, Jaru, Presidente Médici e Vale do Paraíso. Os municípios rondonienses que estão precisando urgentemente, melhorar o desempenho das contas, pois as notas são ‘C’ ou ND(Não Divulgado) são: Alta Floresta do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Candeias do Jamari, Colorado do Oeste, Costa Marques, Mirante da Serra, Nova Mamoré, Pimenteiras do Oeste, Primavera de Rondônia, Novo Horizonte do Oeste, Parecis e Nova Brasilândia do Oeste. Esse grupo precisa ficar com as barbas de molho!
Lixo
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Moradores do loteamento Setor Chacareiro Parque dos Pássaros, localizado na BR 364, sentido Acre, quase em frente ao campus da Unir, procuraram a Coluna para denunciarem que estão usando a área para o descarte de todo tido de lixo. Inclusive, até lixo hospitalar. A área tem uma série de nascentes e a sujeira que é jogada no local está prejudicando o equilíbrio ambiental, pondo em risco as fontes de água natural. Pedem que a Prefeitura faça uma fiscalização na área e multe as empresas que estão fazendo esse descarte.
Banda do Vai Quem Quer
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E neste sábado (14), o mais tradicional bloco de rua de Rondônia, ‘A Banda do Vai Quem Quer’ vai para a avenida, fazer o desfile que leva famílias inteiras a festejar o Carnaval. Vale à pena participar da festa que, a cada ano, se torna ainda mais grandiosa. Vá, divirta-se durante todos esses dias em que a alegria e o respeito devem prevalecer. Lembre-se que não é não e se beber não dirija! Outra coisa, se puder doe sangue na Fhemeron, pois, nessa época do ano, a demanda aumenta e o número de doadores diminui! Cada bolsa de sangue, salva quatro vidas e além disso, amanhã você pode precisar de doação de sangue.
Medo

- Há cerca de uma semana, o Estado de Rondônia ficou em choque com o assassinato frio e brutal da professora e policial civil, Juliana Santiago, pelo aluno João C.C. Júnior (24) dentro de uma faculdade em Porto Velho. O crime foi a explosão de uma panela de pressão que, há algum tempo já estava se manifestando nas instituições de ensino superior, não apenas de Rondônia, mas do Brasil. Infelizmente, há uma tensão na relação professor e aluno, especialmente, quando é uma docente. Isso é o que a coluna pode perceber em conversas com algumas professoras de faculdades da capital. “Quem escolhe ser e ficar professor é porque ama o que faz! Porque se não ama, não fica! Eu já tenho mais de 10 anos em sala de aula e nesse tempo já foram muitas experiências! O que predomina é o respeito, o carinho, mas vez ou outra temos que lidar com situações que são reflexo da sociedade que vivemos! Já passei por intimidações (mais frequentes do que gostaria), intimidações essas normalmente por causa de nota, risco de reprovação (de alunos que se colocam nessa situação por não estudarem e querem passar de qualquer forma). Eu sempre busquei impor o respeito e consegui, nunca me senti em situação a ponto de fazer um BO por exemplo, mas tenho colegas de profissão que já recorreram inclusive a justiça. Acredito que as instituições devem ter seguranças preparados, detectores de metais deveriam ser instalados mas sei que tudo isso tem um custo e setor privado visa o lucro então para ser sincera, não acredito que algo irá mudar! Acho que vão esquecer, voltaremos as salas de aula como antes e contar com Deus em sua proteção! Evitarei ficar em sala de aula sozinha com aluno, sair com o grupo após chamada, tentar não ir sozinha para estacionamento”, declarou.
Professores e Alunos

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Outra professora também lamentou a morte da professora Juliana Santiago, e concorda que a relação entre docentes e alunos está bastante abalada. Ela disse que já foi vítima de ameaças por parte de estudantes. “Gosto de estar em sala de aula e sigo encarando a docência como um espaço de construção, troca e responsabilidade social. Contudo, desde o retorno à presencialidade no pós-pandemia, percebo com muita clareza que a relação professor/aluno está profundamente fragilizada. Há um aumento significativo do desrespeito ao professor, da indisciplina e da não observância mínima da hierarquia acadêmica, realidade que atinge de forma ainda mais sensível as professoras. O ambiente que deveria ser de aprendizado, diálogo e respeito mútuo tem sido, muitas vezes, tensionado por comportamentos que deslegitimam a autoridade pedagógica do docente. Ao longo da minha trajetória, vivi diversas situações em que me senti constrangida, coagida e, em alguns momentos, ameaçada — tanto por alunos quanto, infelizmente, por instâncias diretivas de instituições de ensino. Esse desrespeito tem se intensificado ao longo dos anos e se manifesta de diferentes formas, envolvendo alunos de várias idades e gêneros. É comum, por exemplo, que alunos mais experientes entendam que, por a professora aparentar ser mais jovem, não haveria autoridade legítima a ser respeitada. Já alunos mais jovens, não raras vezes, verbalizam que, por pagarem mensalidades, estariam “pagando o salário do professor” e, por isso, poderiam agir como bem entendessem”, lamentou.
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