'APENAS UM LEVANTAMENTO': CGE informa que comissão que investiga Sesau mudou após reavaliação técnica

Objetivo do grupo é avaliar controles internos já existentes no Fundo Estadual de Saúde (FES) e verificar adequação de planejamentos e execução de despesas

'APENAS UM LEVANTAMENTO': CGE informa que comissão que investiga Sesau mudou após reavaliação técnica

Foto: Daiane Mendonça / Secom - Reprodução de Governo de Rondônia

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Após matéria publicada no Rondoniaovivo, a Controladoria-Geral do Estado (CGE-RO) ofereceu ao jornal um ‘outro lado’. Como registrou o site, uma portaria abrindo uma investigação na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a pedido da Governadoria, foi publicada no Diário Oficial no dia 10 deste mês. 
 
Em resposta aos questionamentos do Rondoniaovivo, a Controladoria-Geral do Estado (CGE-RO) esclareceu que a recente mudança na equipe que atua na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) deveu-se a um redirecionamento metodológico. O que antes era tratado como uma inspeção extraordinária passou a ser classificado como um ‘levantamento’ de dados.
 
Segundo a CGE, a alteração na portaria serviu para ampliar a equipe e incluir representantes de diferentes áreas técnicas. O objetivo é avaliar os controles internos já existentes no Fundo Estadual de Saúde (FES) e verificar a adequação dos atos administrativos de planejamento e execução de despesas.
 
Sigilo
 
Apesar da transparência sobre a mudança da equipe, o conteúdo do Ofício nº 523/2026/GOV-RED, que desencadeou a movimentação, permanece sob segredo. A Controladoria confirmou que o documento foi classificado como ‘restrito’ pela Governadoria com base na Lei de Acesso à Informação (LAI).
 
A justificativa técnica para o sigilo é a necessidade de resguardar informações sensíveis que poderiam comprometer a eficácia da fiscalização. No entanto, o órgão negou que a ordem tenha partido de uma denúncia específica recebida pelo governador Marcos Rocha. 
 
Segundo a CGE, o ato faz parte de uma ‘iniciativa voltada à avaliação dos controles internos’ para aperfeiçoar fluxos e qualificar as transações na área da saúde.
 
Diferente do que sugeria a portaria anterior, a CGE agora afirma que a atuação não é direcionada especificamente a contratos de insumos ou obras, mas sim a uma análise sistêmica da governança do orçamento mais robusto do estado.
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