Elon Musk reacendeu o debate sobre o futuro da medicina ao afirmar que os robôs humanoides da Tesla, conhecidos como Optimus, poderão superar os melhores cirurgiões humanos em poucos anos. Em entrevistas recentes, o empresário destacou que o projeto já demonstrou avanços significativos em tarefas delicadas e que, até 2030, máquinas inteligentes poderão realizar procedimentos médicos de forma mais precisa do que profissionais humanos e que a profissão será inútil pois seus robôs irão dominar a medicina.
A Tesla, segundo Musk, pretende ampliar a produção do Optimus a partir de 2026, apostando que eles se tornarão parte essencial da vida cotidiana.
Embora a automação possa reduzir erros e ampliar o acesso a cirurgias complexas, há barreiras éticas, regulatórias e técnicas que precisam ser superadas. Questões como responsabilidade legal em caso de falhas e a necessidade de supervisão humana em situações críticas permanecem centrais.
O avanço da inteligência artificial é inegável, mas o papel do médico continua indispensável no equilíbrio entre tecnologia e humanidade.