Você sabe identificar um comprovante de Pix falso? Veja dicas práticas de como se proteger desse tipo de golpe
Foto: Reprodução Internet
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O Pix consolidou-se como a ferramenta financeira mais importante do Brasil, registrando a marca impressionante de 26 bilhões de transações até setembro deste ano. No entanto, a mesma instantaneidade que facilita a vida de milhões de brasileiros também atraiu a atenção de criminosos, que agora utilizam comprovantes falsificados para aplicar golpes em comerciantes e prestadores de serviço.
A fraude é baseada na manipulação digital. Utilizando aplicativos de edição de imagem, golpistas alteram dados como valor, data e nome em comprovantes reais ou modelos pré-fabricados. Para o vendedor que não está atento, a imagem recebida via WhatsApp parece legítima, mas o dinheiro nunca chega ao destino.
A segurança começa pela análise visual. Todo comprovante bancário segue um padrão gráfico rigoroso. Se você notar logotipos em baixa resolução, letras com tamanhos desproporcionais ou cores que não coincidem com a identidade visual da instituição financeira, desconfie imediatamente.
Outro ponto crucial é o ID da Transação. Trata-se de um código único de 32 caracteres (números e letras) que deve estar perfeitamente nítido. Se essa informação parecer "embaçada" em relação ao restante do texto, há grandes chances de ser uma montagem.
Para não se tornar estatística, a regra de ouro é: não confie apenas na imagem enviada pelo cliente. Abuse da característica principal do Pix, que é ser em tempo real.
1. Confira o saldo: Mantenha o aplicativo do banco ou o portal de vendas aberto e verifique se o valor entrou na conta antes de entregar a mercadoria.
2. Ative notificações: Configure o celular para emitir alertas de "Pix recebido". Se o comprovante chegou mas o alerta não, o pagamento provavelmente não foi feito.
3. Cuidado com o Pix Agendado: Muitos golpistas enviam o comprovante de agendamento como se fosse o de pagamento. O agendamento pode ser cancelado pelo pagador a qualquer momento após ele sair da loja.
4. Desconfie de falhas sistêmicas: O argumento de que "o sistema travou" ou "o banco está fora do ar" é uma tática comum para pressionar o vendedor a liberar o produto sem a devida conferência.
A prevenção é o melhor caminho. Em caso de dúvida, ofereça outras formas de pagamento ou aguarde a compensação real no extrato, garantindo que a tecnologia continue sendo uma aliada, e não um risco ao seu bolso.

Para ser rápido e eficiente após sofrer o golpe, siga estes três passos essenciais:
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