REVIRAVOLTA: Médicos de fora são enviados ao Hospital Regional de Vilhena após paralisação

Profissionais enviados pelo Grupo Chavantes chegaram ao município na tarde de hoje

REVIRAVOLTA: Médicos de fora são enviados ao Hospital Regional de Vilhena após paralisação

Foto: Divulgação

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A crise no Hospital Regional de Vilhena ganhou novos desdobramentos nesta sexta-feira (24), após a paralisação parcial dos atendimentos por parte dos médicos da unidade motivar o envio de uma equipe externa para garantir a continuidade dos serviços. Os profissionais enviados pelo Grupo Chavantes chegaram ao município na tarde de hoje.
 
De um lado, os médicos que atuam no hospital formalizaram uma notificação de inadimplência salarial, relatando atraso nos pagamentos referentes aos meses de fevereiro e março de 2026. Segundo a categoria, os valores deveriam ter sido quitados até os dias 20 de março e 20 de abril, respectivamente, o que não ocorreu, sem qualquer previsão concreta de regularização.
 
Diante da situação, os profissionais decidiram suspender atendimentos eletivos e novas admissões de pacientes não urgentes, mantendo apenas os serviços essenciais, como urgência, emergência, assistência a pacientes internados e casos graves. A decisão foi comunicada à direção da unidade, ao Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia, à Secretaria Municipal de Saúde e ao Grupo Chavantes.
 
Por outro lado, em resposta direta à paralisação, o Grupo Chavantes enviou uma equipe com oito médicos de fora do estado, que já se encontra em Vilhena desde a tarde desta sexta-feira. A medida busca suprir a ausência parcial dos profissionais locais e evitar prejuízos maiores no atendimento à população.
 
Os médicos destacam que a paralisação segue amparada pela Constituição Federal, pela Lei nº 7.783/1989 e pelo Código de Ética Médica, permitindo a suspensão parcial das atividades em casos de inadimplência, desde que preservados os atendimentos essenciais.
 
A categoria reforça que a decisão não representa abandono de função, mas sim uma reação ao não pagamento pelos serviços já prestados. Também alertam que não aceitarão novos atrasos, mesmo que os valores atuais sejam quitados.
 
Enquanto isso, a chegada dos profissionais de fora evidencia a tentativa de manter o funcionamento do hospital diante do impasse financeiro. Até o momento, não há previsão para regularização dos pagamentos nem definição sobre o fim da paralisação.
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