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DEPUTADO ESTADUAL: Marcelo Cruz disse que marido da promotora trabalhou na Casa de Leis

Segundo o parlamentar, ele tomou conhecimento de que o suposto espigão trabalhava no Legislativo e descobriu que o marido da promotora trabalhava no setor de Inteligência do Legislativo

ASSESSORIA

02 de Junho de 2020 às 17:46

Foto: Divulgação

O deputado Marcelo Cruz foi mais um parlamentar da Assembleia Legislativa que subiu o tom sobre a situação de espionagem na Casa de Leis, denunciada agora há pouco pelo deputado Jair Montes. Marcelo confirmou que o x-9 chama-se Marcelo Guimarães Leite, marido da promotora de Justiça Marlúcia Chianca. A situação está configurando cada vez mais tratar-se de um caso de arapongagem.
 
Segundo o parlamentar, ele tomou conhecimento de que o suposto espigão trabalhava no Legislativo e descobriu que o marido da promotora trabalhava no setor de Inteligência do Legislativo. Mais surpresa ainda foi descobrir que seu xará não possuía ponto de servidor e que ninguém o conhecia nos setores administrativos da Casa nesses quase um ano em que ele esteve nomeado.
 
“Dia 26 de março eu entrei com um pedido de informação na Superintendência de Assuntos Estratégicos e pedi o nome de todos os servidores que trabalharam ou trabalham no setor e para minha surpresa não veio o nome do Marcelo, marido da promotora. A coisa é tão bizarra que até o cunhado da promotora foi nomeado, ou seja, tá entrando a família inteira da promotora que está investigando os dezenove deputados”, comentou.
 
Marcelo continuou sua narrativa e diz que há outras situações envolvendo a Marlúcia Chianca. Ele contou que dias após ter sido eleito em 2018, seu suplente propôs um voto de louvor para a promotora a quem acusa de persegui-lo. “É muito estranho ela dizer que vai me pegar, que tá desvendando minha vida inteira, perseguindo familiares, que vai destroçar minha vida...”, denunciou.
 
Segundo Marcelo, ele disse temer as ameaças, “são poderosos”, diz o deputado, elencando algumas frases que estariam sendo propaladas pela promotora do tipo “vou pegar esses evangélico, esse crentinho”. – Pelo amor de Deus, qual é o problema de eu ser evangélico?”, questionou Marcelo Cruz ao ressaltar que a promotora ainda disse que iria pegar toda a empresa familiar pertencente à família do deputado.
 
Ao finalizar seu discurso, Marcelo Cruz disse que vai entrar com uma denúncia de abuso de autoridade no Conselho Nacional do Ministério Público e no Ministério Público estadual por abuso de autoridade.
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