Governo alega que não tem orçamento e que enfrenta queda na arrecadação

Governo alega que não tem orçamento e que enfrenta queda na arrecadação

Foto: Assessoria

Como vem acontecendo sempre nas reuniões de conciliação realizadas na presença do Judiciário, o Governo do Estado mais uma vez não apresentou proposta claras e objetivas à Comissão de Greve da Saúde e aos representantes do SINDSAÚDE-RO. 
 
O Chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves alega que não possui orçamento para dar melhoria salarial à categoria e que o Estado enfrenta a queda na arrecadação, mas não fala em cortar despesas com cargos comissionados. 
 
A reunião aconteceu na última sexta-feira 26.04, no edifício-sede do Tribunal de Justiça de Rondônia e também contou com a presença de representantes da Sepog, Sesau e Procuradoria Geral do Estado. Face à incapacidade do Estado em formular proposta, alguns representantes dos trabalhadores chegaram a pedir a desistência da conciliação e a saída do Sindsaúde da negociação e retorno à greve.  
 
Segundo a Presidente do Sindsaúde, Célia Campos, por enquanto ainda não há como sair da conciliação com a Justiça até que todas as alternativas sejam esgotadas. “A situação está sendo mediada pelo Judiciário e, portanto, temos que seguir nessa linha até que não haja mais a quem recorrer. É uma situação delicada, cansativa, mas que deve ser encarada. Não há vitória sem persistência e luta”, ressaltou Célia. 
 
Ao falar sobre os motivos alegados pela Casa Civil, Célia ressaltou que o estado pode, no entanto, fazer uma previsão orçamentária contemplando a pauta dos trabalhadores, dando tempo de sobra para que o Estado planeje melhor suas despesas orçamentárias. 
 
O que está sendo discutido nas audiências de conciliação com o Judiciário são basicamente três itens: Aumento do Auxílio-Alimentação, regulamentação do Auxílio-Transporte e as perdas salariais inflacionárias dos últimos dois anos. Quanto ao Auxílio-Transporte, o Chefe da Casa Civil informou que até o final de maio esse auxílio será regulamentado, através de Projeto enviado ao Legislativo. 
 
Quanto ao Auxílio-Alimentação, a SESAU propôs realizar um estudo de corte de despesa, com acompanhamento de um representante indicado pelo Sindsaúde, em até sessenta dias para apresentar uma proposta de aumento do auxílio.
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