O preço da História - Por Cândido Ocampo

O ogro-mor tem pagar por seus crimes, que, diferentemente dos do Luis Inácio, são praticados à luz do dia. O quasimodo está fazendo de tudo para atrasar a vacinação das crianças, postura encampada pelo seu lacaio titular do Ministério da Saúde - que, pasmem, é médico com boa formação técnica em cardiologia intervencionista. 
 
Fico estupefato em observar que pessoas bem informadas não se indignem com essa postura antidarwiniana do biltre que ocupa o Palácio do Planalto.  A esses adoradores de bezerros de ouro digo que, num mundo pós-iluminismo, não há mais espaço para destruir avanços civilizatórios em nome de dogmas e/ou crenças pessoais de quem ainda quer viver em "estado de natureza".  
 
Liberdade, na ordem social moderna, não significa o reino das vontades individuais, mas a supremacia das convenções, dos consensos, da paz coletiva. Há 100 anos reina o entendimento na Ciência sobre os benefícios das vacinas. Essa é a liberdade que deve ser defendida – do progresso, do avanço civilizacional - e não a visão obscura de um ignorante inato ou o estrabismo intelectual de neoconvertidos, que, pela paixão com que defendem suas ideias (ou escolhas), ficaram com a capacidade cognitiva obscurecidas, incapazes de enxergar suas próprias tolices.  
 
Os fabricantes inveterados de pequenas ideias, acostumados aos fáceis e convenientes reducionismos, devem estar concluindo que sou comunista. A esses digo que no Ocidente não existe mais comunismo - defesa da extinção da propriedade privada, da economia planificada e centralizada, etc.
 
Em política nunca se deve defender pessoas, mas boas ideias, pois, como já disse um célebre senador da República, as democracias precisam de salvação e não de salvadores.
 
Sem querer cansar os leitores, mas por julgar conveniente, peço licença para invocar uma frase de outro intelectual brasileiro, Arnaldo Jabor: “A História é como o caminhar de uma velha bêbada, alguns passos à frente, outros para traz”.   
 
Cândido Ocampo, cidadão rondoniense.
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