Imóvel na avenida Presidente Dutra é ocupado por pessoas em situação de rua e dependentes químicos
Foto: Divulgação
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O prédio antigo onde funcionava o Banco da Amazônia (Basa), localizado na avenida Presidente Dutra, no coração de Porto Velho, encontra-se em completo estado de abandono. Fechado há anos, o imóvel hoje é tomado pela deterioração estrutural, acúmulo de lixo e pela ocupação irregular de pessoas em situação de rua e dependentes químicos.
Quem passa diariamente pelo centro da capital se depara com portas e janelas danificadas, paredes pichadas e sinais evidentes de descaso. A movimentação constante no entorno do prédio, principalmente durante a noite, tem causado insegurança e apreensão entre comerciantes, trabalhadores e moradores da região.
Segundo relatos da população, o local deixou de ser apenas um imóvel desativado e passou a representar um problema social e urbano.
Além da sensação de insegurança, moradores apontam riscos à saúde pública. O prédio abandonado se tornou ponto de consumo de drogas, abrigo improvisado e depósito de resíduos, favorecendo a proliferação de insetos e roedores. A falta de iluminação adequada e de fiscalização agrava ainda mais a situação.
A principal dúvida levantada pela população é sobre a responsabilidade pelo imóvel. Moradores questionam se a solução cabe ao Banco da Amazônia, ao município, ao estado ou a algum órgão federal. Enquanto isso, o prédio segue sem qualquer tipo de manutenção ou projeto de reaproveitamento.
A comunidade cobra fiscalização, segurança e, principalmente, uma definição sobre o futuro do prédio, que hoje simboliza o abandono do patrimônio público e a ausência de respostas efetivas do poder público.
Enquanto nenhuma medida é tomada, o antigo Basa segue largado às traças, em plena região central de Porto Velho, escancarando uma realidade que moradores afirmam já não poder mais ser ignorada.
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